segunda-feira, 13 de junho de 2011

A emoção correta diante de alguém que acredita no que faz e no que prega



Frei Clemente

Nós todos que nos dedicamos a entender o mundo somos obrigatoriamente céticos.

Já vimos muita coisa, já atrelamos o nosso carro e muitas locomotivas que saíram dos trilhos, já nos decepcionamos com pessoas, com países, com ideologias, com gente que acreditava muito em suas verdades, e a cada constatação, pública ou privada, vamos nos aprimorando na arte de duvidar a priori de todos os que anunciam verdades.

Durante várias décadas convivi com um padre, frei Clemente do Rio de Janeiro, na missa dominical no mosteiro das Clarissas, na Gávea.

Muito mais do que um padre cumprindo a sua missão de rezar missas frei Clemente era um sábio cuidando de conversar ao longo da missa com os seus fiéis admiradores. E ele falava sobre tudo o que realmente importa na vida das pessoas, nas suas alegrias e medos, na busca cada vez mais difícil da harmonização do homem com Deus.

Frei Clemente as vésperas de seus 77 anos morreu e ontem o seu mais próximo “aluno” rezou a missa de Sétimo dia na mesma igrejinha da Gávea. Não para os seus fiéis seguidores, mas para uma multidão de amigos conquistados por ele ao longo de 50 anos de sacerdócio.

Missas de sétimo dia são geralmente previsíveis da primeira a ‘ultima fala.

Nesta, porém o padre, frei Jonathan de 28 anos, superou todas as expectativas e compartilhou com os assistentes a importância de sua fé, com a certeza de que seria entendido por todos.

E que todos que estiveram lá de lá saíram melhores do que quando lá chegaram.

Compartilhou a sua fé jovem com centenas de pessoas cujas idades estavam mais próximas do Frei Clemente do que a dele.

Num momento de grandes cismas em torno da religião, de tantas incertezas histórica quanto as origens da fé e da justeza de sua propagação ‘e confortante ter a certeza de que alguém crê em verdades sempre vistas com ceticismo pelas pessoas que dedicam mais horas de seu tempo a pensar sobre estas coisas.

Vale a pena aguardar pelos próximos capítulos desta saga iniciada por este jovem franciscano...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O segredo maior que garantiu (?) tanto poder ao Paloci




Demétrio Magnoli levantou hoje em seu artigo do Globo uma ponta do mistério sobre o poder do Paloci em nossa história


Ao longo da história do Brasil que foi ocorrendo ao longo da minha vida me deparei com uns poucos mistérios a que eu deveria dar mais atenção.

Entre eles o misterioso suicídio de Getúlio Vargas, ele vestido de pijama, deitado numa cama do Catete, usando um revolver calibre 32 para dar um tiro no peito.

Um tiro no peito com um revólver menos potente requer um posicionamento cirúrgico. Se a bala acertar uma costela irá desviar-se do coração e não se conhece suicídios com 2 tiros...

Outro mistério é a renúncia do Jânio, e a citação das forças ocultas que em sua carta de renúncia ele diz terem sido a causa de seu gesto.

Se ele não quis, ou não pode identificar o que estas forças tinham de tão poderosas para levá-lo a abdicar da eleição mais ampla já vista no país ainda não coube a ninguém identificá-las.

Outro mistério que ainda me espanta foi a carta aos brasileiros escrita pelo Lula, antes de sua primeira eleição para a presidência da República.

O Brasil, o famoso mercado, as pessoas pensantes não integradas numa esquerda genérica todos temiam as conseqüências da eleição de um petista raivoso que representava todo o ranço do passado coberto de derrotas do esquerdismo no mundo inteiro.

O governo de Fernando Henrique Cardoso começou a ser derrubado não pelo petista eleito, mas pelo medo do que iria acontecer com a eleição de Lula.

Surge então uma carta aos brasileiros que como um passe de mágica exorciza todos os demônios da subida do Lula ao poder.

A carta desmentia o discurso do PT. Desmontava e assinava embaixo que tudo seguiria da melhor maneira para a economia e para os negócios no melhor dos mundos.

Aquela carta teve o dom de carrear para o Lula e para o PT os recursos que asseguraram a sua eleição.

Embora intrigado pela carta aos brasileiros nunca fui atrás de sua origem. A atribuia a um esforço de marketing, inspirado pelos assessores, por suas vez assessorados ou
instruídos por gente muito mais importante.

Hoje, 9 de junho, no artigo de Demétrio Magnoli no Globo, sobre a nova defenestração do Paloci, li pela primeira vez uma informação preciosa: a carta aos brasileiros foi escrita em Ribeirão Preto pelo Lula e mais três pessoas.

Uma delas era o prefeito de lá , o Antonio Paloci.

Não sei, nem o Demétrio disse quem eram estas outras pessoas, mas sob qualquer ponto de vista esta simples assessoria valeu 8 anos de Lula e mais quatro agora de governo de Dilma prenunciando mais uns tantos anos de governo nas mãos do PT.

Como trabalho de um assessor esta carta vale bem mais do que qualquer aconselhamento de quem quer que seja para alguma entidade.

Esta carta passou a ser para mim a força oculta do prefeito do PT que o manteve firme, forte e confiante ao longo destes anos.

E dos próximos...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A prova dos 9 que deixou de ser feita pelo Srauss Kahn



A cara do Strauss Kahn quando dizia para os agentes policiais que o prendiam o equivalente ao "Veja Bem!!!

A versão da arrumadeira do hotel é que ao entrar no apartamento do Strauss-Kahn , depois de bater na porta, ele sai do banheiro nu e se jogöu sobre ela com o peso dos seus 62 anos, com o seu currículo e com o seu cargo de diretor executivo do FMI e a estuprou sobre o tapete.

Este tipo de gesto já foi visto como um privilégio da nobreza, substituída pelo privilégio da nomenklatura, e era visto pela imprensa e pelos jornalistas como um "pecadilho" que não mereceria ser abordado em qualquer órgão de imprensa.

Como aparentemente este tipo de "pecadilho" já aconteceu diversas vezes com o próprio Strauss-Kahn a coisa agora se tornou mais séria, pois ocorreu nos EUA.

Ele tinha a sua fama de galinha, mais de galo na verdade do que de galinha, e as mulheres que fossem ter como ele (como dizem em Portugal) tratassem de correr do terreiro pois, se ficassem sozinhas teriam de consorciar-se com o sátiro da economia.

O Strauss-Kahn deixou de ser diretor executivo do FMI e mudou o seu endereço para uma prisão americana onde vai perder as calças se quiser sair de lá antes dos muitos anos de prisão que estes "pecadilhos" geram para quem os cometa nos EUA e pricipalmente para quem ousa cometê-los nestes novos tempos.

Ora, se a pessoa pode ser presa por ter acendido um cigarro onde não é permitido, imagina como a pena se torna mais pesada para quem ousa atacar jovens em quartos de hotel..

Quem faz estas coisas ira sofrer as mesmas penas, doravante.

O Strauss-Kahn deixou de fazer a primeira checagem a prova de bala que a matematica nos ensina. A incrivel prova dos 9.

A prova dos 9 foi para mim na infancia quase como um prova da existencia de Deus.

Fazia as contas e em seguida a prova dos 9. Se a conta estivesse errada a prova dos 9 dizia na hora!!!

Caramba! Como pode uma coisa tão simples como subtrair os 9 de todos os numeros garantir que a conta estava certa? Mas, provava e prova, só que há muitos anos nao recorro à prova dos 9...

Nem o Strauss-Kahn. , Ou melhor, deve ter feito o equivalente dela na correria para o seu assento na primeira classe do avião para Paris... mas, ja era tarde demais.

Vira piada, deixa de poder concorrer com grandes chances de vencer ao lugar do Sarcozy.

Por mais que o considere um bom biltre, fico com muita pena e me lembro da historia do lagarto que ao cuidar de seu rabo ao atravessar um estrada foi atropelado por um carro que lhe esmigalhou a cabeca.

Acho que o Strauss-Kahn vai pensar muito nesta piada enquanto estiver na cadeia americana...

quinta-feira, 12 de maio de 2011

A caixa de ferramentas para escrever novelas...

Há muitos anos quando me deparava com uma dificuldade minha ou de alguém para escrever textos criativos citava as 36 situações dramáticas.

Na verdade nunca as havia lido, mas sabia de sua existência.

Agora no blog Professor Texto as encontrei e fiquei ao mesmo tempo feliz e um tanto frustrado, pois em muitos casos a dramaticidade das situações me pareceram menos dramáticas do que esperava.

Portanto é capaz das 36 situações do Polti, reconhecidas por Goethe como muito bem definidas, serem menos do que 36.

Para ter acesso às situações acesse ao link;


http://professortexto.blogspot.com/2011/05/as-36-situacoes-dramaticas-de-polti.html

terça-feira, 3 de maio de 2011

O ENIGMA DO BIN LADEN. Será que eu vou ser o único a sugerir estas ideias?



Acima está a "Enigma", a codificadora de mensagens usada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar dos aliados terem capturado uma "Enigma" intacta não demonstraram saber os segredos nazistas e deixaram a cidade de Coventry ser destruída para não revelar sua capacidade de espionar as forças inimigas.



Antes de mais nada eu me pergunto o que eu tenho com isto? Depois, pergunto a mim mesmo se quem ler este texto terá alguma vantagem se o ler.

E ainda se por acaso não corro o risco de ser identificado como o cidadão do conto de Andersen que ousou dizer que o rei estava nu, e talvez vir a ser penalizado por este gesto "politicamente incorreto".

Pensei em deletar todo este longo texto, mas não consegui resistir uma noite. E aqui vai ele:


Hoje não há publicação do mundo que não tenha dedicado páginas e mais páginas a esta história.

Tenho lido, ouvido e visto opiniões de gente muito mais habilitada do que eu, abordando esta história toda em detalhes.

Só que até agora ( dia 4 de maio ) pelo menos, não encontrei um "porta voz" para exprimir minhas observações sobre isto tudo.

O "Almanaque do Pio" me tem como editor e como ele não me proíbe escrever sobre o tema que escolho aqui vão as minhas "bombas" como dizia o Ibrahim, oriundo, aliás, daquela região.

A foto que usei na abertura é a de uma máquina que vi ao vivo num museu da comunicação em Frankfurt. O nome dela era "Enigma", um equipamento inventado pelos cientistas alemães para os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

A "Enigma" era uma espécie de máquina de escrever sem componentes eletrônicos, nem acesso a informática, que permitia naqueles tempos antigos os chefes militares nazistas enviarem telegramas e ordens para as sua unidades via rádio sem que os ingleses pudessem decifrar os códigos em que foram escritas.

Os nazistas mandavam bombardear, mandavam recuar, combinavam as táticas de cada ação e os ingleses podiam captar tudo isto no rádio, mas não entendiam uma palavra sequer.

Até que num dia um submarino alemão capturado inteiro e que para todos os fins parecia ter sido afundado possibilitou aos ingleses acesso a uma "Enigma" inteirinha que deu acesso imediato a TODOS OS SEGREDOS e mensagens dos nazistas às suas forças.

Que bom não foi ?

Não, não foi tão bom assim.

No momento em que os nazistas percebessem que as suas operações secretas estavam sendo desmanchadas pelos ingleses que pareciam adivinhar o que iria acontecer as "Enigmas" seriam abandonadas e de nada iria adiantar ter a maquininha vomitando os segredos dos alemães.

Mas, dependendo do segredo, valia a pena tomar um bombardeio e fazer os nazistas pensarem que os seus segredos estavam bem guardados do que tornar evidente que sabiam de tudo.

Chega-se a um momento crucial. Enquanto se podia mandar mais aviões para patrulhar os céus de Londres diante de mais um bombardeio noturno, com mais aviões, e isto ser atribuído à sorte inglesa, sem que esta sorte fosse relacionada a um acesso à "Enigma" houve a captura de uma ordem muito mais séria:

A aviação nazista iria atacar Coventry, uma cidade industrial, longe de Londres e que além das indústrias tinha também uma grande população civil.

Pela decifração do que iria ocorrer lá o que você, no papel de Churchill faria?


1. Evacuar a população e enfiá-la em abrigos?
2. Deslocar os esquadrões de caça mais craques para surpreender os aviões nazistas e acabarem com eles?
3. Fingir que não sabia de nada e deixar a cidade virar pó debaixo do bombardeio previsto?


Nas duas primeiras hipóteses ficaria claro que a "Enigma" tinha sido decifrada.
Na terceira hipótese a quantidade de mortos e a grande destruição em Coventry comprovariam que os segredos transmitidos pela "Enigma" continuavam bem guardados.

Coventry foi destruída.

No dia 14 de novembro de 1940 mais de 4 000 prédios - inclusive a Catedral da cidade - e 600 pessoas pela contagem oficial foram pulverizados pelos bombardeios.

Depois da Guerra vários autores disseram que pela "Enigma" os ingleses souberam antes da realização do bombardeio e nada fizeram para reduzir a destruição da cidade. Houve quem dissesse que parecia que o alvo seria Londres, ou poderia ter parecido.

O que o autor deste Almanaque extrai deste acontecimento histórico:

Nem sempre - ou quase nunca - os interesses militares são os mesmos interesses civis,. ou humanos, diante de situações limite.

Imagine você viver a situação do Churchill diante da mensagem da "Enigma" e ter de decidir se avisa ao povo ou deixa eles se virarem como iriam ter de se virar em abrigos anti-aéreos quando a aproximação dos aviões fosse detectada?

A história nos garante que ele deixou a turma se virar e 600 habitantes morreram.

MUDAM OS CENÁRIOS, O CHURCHILL MORREU, O PAÍS QUE SERÁ ALVO DE UM BOMBARDEIO É AGORA O ESTADOS UNIDOS E A NOVA HISTÓRIA É BEM DIFERENTE, MAS EU ACHO QUE É MUITO PARECIDA COM A DE COVENTRY.


Vamos dar um passeio pela história do século 20:

No dia 22 de dezembro de 1988 um Jumbo da Panam explodiu sobre Lockerbie, na Escócia, num atentado terrorista ordenado pelo Kadafi, já um renomado malfeitor internacional nesta ocasião. E claro que como todo malfeitor ele alegou ter motivos para fazer aquilo e muito mais.

A explosão do avião deflagou um surto de varredura de TODAS as comunicações em TODAS as línguas do mundo para que a CIA , e suas "primas" como dizia o James Bond, não fossem surpreendidas por terroristas.

O sistema conseguia identificar nas mensagens telegráficas, por FAX, pelo telefone, a curta distância e em longa distância palavras que faziam prever conversações com más intenções de quem falava.

Desde o óbvio como bomba, explosão, derrubada de aviões, às coisas mais sutis com combinação de palavras, sintaxes, e muito mais que nem eu nem você podemos imaginar.

Uma versão deste sistema, batizada de "Carnivore" foi oferecida estranhamente por agências de monitoração comercial para empresas interessadas em acompanharem o mercado e a concorrência. Uma mineradora pode acompanhar todas as comunicações em que apareçam, palavras relacionadas à exploração de jazidas em qualquer parte do mundo.

Por exemplo, a palavra urânio é registrada e a mineradora que usa o "Carnivore" sabe que num país da África tem alguém pensando em urânio, algo que poderá ser mais esclarecido ou deixado de lado. Mas, quem pagou pelo "Carnivore" sabe que ali pode ter uma dica.

Ora, se para empresas este sistema (que também considera TODAS as línguas do mundo) existe imagine para os órgãos de segurança do país que o inventou e detem toda a tecnologia para faz^-lo funcionar?

Por ter sabido destas coisas sem ser mais esperto do que ninguém, mas lembrar de fatos que mais gente possa ter deixado de lado, é que eu fiquei perplexo no dia 11 de setembro de 2001 quando os pilotos sauditas, agindo separadamente, jogaram dois aviões nas "Torres Gêmeas" , um no Pentágono e outro que foi derrubado pelos passageiros na Virgínia.

Se uma mineradora pode saber que alguém está falando de urânio em Tonga como é que estes caras combinaram este festival de seqüestros de aviões nos Estados Unidos sem que ninguém soubesse de nada para detê-los?

Pensei sobre isto logo na primeira hora após as quedas dos aviões e fiquei aguardando as notícias sobre a interceptação das conversas dos sauditas.

Mas, a coisa se tornou ainda mais estranha quando nos dias seguintes foi divulgado que os pilotos sauditas aprenderam a pilotar os boeings na Florida, durante três ou quatro anos.

Quer dizer que durante o tempo em que permaneceram nos Estados Unidos os caras não teriam se falado pelo telefone, não usaram a Internet e já sabiam tudo o que fariam há anos sem necessitar de conversar entre si nem com qualquer outra pessoa na Terra?

Surgem bem depois novas informações que pelo menos duas agências de informações norte-americanas haviam detectado conversações dos sauditas, mas que não teriam trocado informações entre elas sob a alegação de ciumeiras operacionais.

Estão sentindo o cheiro da "Enigma"?

Não podemos chegar nem perto da porta da CIA, apenas pensar livremente sobre aqueles fatos e sobre os fatos que se seguiram para ousarmos chegar a novas conclusões.

Nada melhor do que usar o "faz de conta" que Monteiro Lobato criou no Sítio do Pica Pau Amarelo.

Vamos lá:

1. Faz de conta que a inteligência americana descobriu os sauditas quando começaram a aprender a pilotar boeings comerciais na Florida.
2. Faz de conta que a inteligência sabia que eles estavam armando alguma coisa, tipo Coventry, para ser bem sintético.
3. Faz de conta que sabia que o que iriam fazer iria provocar uma reação muito grande do povo americano contra inimigos externos.
4. Faz de conta que devido aos movimentos cada vez mais barulhentos em favor da paz e das desastrosas ações militares dos EUA (no Vietnam, por exemplo) não se estivesse investindo o suficiente para que o país pudesse não só parecer, mas ser de fato a malaio potência militar da terra.
5. Faz de conta que os analistas imaginaram que uma "Coventrizinha" justificaria orçamentos de bilhões de dólares para atacar os inimigos em sua área.
6. Faz de conta que os estrategistas mais estratégicos soubessem que estas área detinham imensas reservas de petróleo e que ao atuar lá militarmente o país estaria mais seguro quanto à energia de que dependia a sua vida.
7. Faz de conta agora que os sauditas fizeram exatamente o que planejaram, mas que tal como nas máquinas de jogos, tiveram como prêmio extra a derrubada total dos edifícios.
8. Faz de conta que ao acertar o topo de um edifício com um avião que até atravessa o andar visado provoca um incêndio ele afrouxa toda a sua estrutura e faz o prédio ruir na vertical matando mais de 2000 pessoas.
9. Agora já sem faz de conta, a ação militar contra quem inspirou aquilo se torna obrigatória.



Resultado prético: os EUA dos Bushes se tornou os EUA do Barack Obama firmemente instalado agora numa região onde o país mais poderoso do mundo não tinha qualquer presença militar.

VAMOS AGORA ATRÁS DO BIN LADEN

Notícia real facilmente comprovável por qualquer um que queira ir atrás no Google ou em fontes que considere confiáveis:

As imagens coletadas por um satélite espião permitem que um analista identifique você ou eu numa praça pública lendo um jornal. O jornal que você estiver lendo na praça será também lido na imagem captada pelo satélite.

Bobagem, você poderá dizer, é para isto mesmo que existem satélites espiões.

Então me responda:se dá para ler um jornal dá para muito mais, não dá?

Se você quer achar o Bin Laden você o acha, onde ele estiver.

Acha seus melhores amigos, acha os amigos destes amigos, acha os seus admiradores, os seus inimigos, acha quem você queira ESPECIALMENTE SE FIZER DESTA PROCURA A SUA PRINCIPAL MISSÃO.

Vamos voltar ao "faz de conta":

1. Faz de conta que estrategicamente é mais do que necessário que a existência e presença do Bin Laden justifique o que precise ser justificado nos EUA, diante do Congresso, da Opinião Pública, da Imprensa, para rearmar o país.
2. Faz de conta agora que o que o Bin Laden agora em 2011 já tenha dado o que tinha para dar.
3, Faz de conta que um cara que já "se escondia" há 5 anos numa casa tão sutil quanto um bunker encravado nas areias de Copacabana podia muito bem imaginar que estava sempre vivendo por um fio.
4. Faz de conta que o fio se partiu e seria preciso mandá-lo para o raio que o parta.
5. Faz de conta que se simplesmente desse uma de Coventry e pulverizasse a casa não haveria certeza de nada. Seria apenas mais uma casa destruída dentro da qual a mesma inteligência que anunciou armas de destruição de massa no Iraque dissesse que quem morava ali era o Bin Laden.

6. Agora já sem "faz de conta" coloca os seals nos helicópteros, baixa no telhado da casa, entra nela e mata todos que se oponham ao fuzilamento do Bin Laden.
7. Captura o cadáver e o leva para um porta aviões, onde seguindo os preceitos islâmicos, o morto tem o corpo preparado e é lançado ao mar, sem sepultura, e sem seguidores em torno.
VAMOS
AGORA PARA MAIS UM DIAS ADIANTE


Não há cena na casa onde estava "escondido" o Bin Laden que não tenha sido filmada, gravada.
Não há cena no porta aviões que não tenha sido registrada.

Quando vamos assisti-las ?

QUANDO ESTRATEGICAMENTE isto for mais adequado para o máximo proveito desta nova operação "Enigma".

Quer ver?

quarta-feira, 2 de março de 2011

Os males e as vantagens do Google para quem escreve




Eintein disse um dia que a imaginação era mais importante do que o conhecimento.



Até há algum tempo o texto não relacionado à vida acadêmica podia conter imprecisões diversas sem que isto o tornasse uma completa bobagem.

Esta imprecisão endêmica era perfeitamente visível nas cartas de leitores aos jornais.

A pessoa se dispunha a opinar sobre alguma notícia e "compreensívelmente" errava nas suas citações , pois todos sabiam que aquele leitor não era um jornalista.

Portanto podia deixar de lado estes cuidados com a precisão.

Todos imaginavam que os jornalistas contam sempre com os departamentos de pesquisa dos jornais, de arquivos imensos onde vivem todas as informações do mundo.

Com o Google - também com os outros mecanismos de busca - isto mudou.

Se um leitor de jornal se deixa levar pela retórica do bebedor de chopp no botequim, quando acusa uma pessoa por ter feito ou deixado de fazer alguma coisa em tal data tem chance de errar de ponta a ponta e caracterizar-se como um idiota verboso.

E ainda há uma quantidade imensa destes idiotas verbosos que independem de sua capacidade de conviver com as verdades registradas. E combate nos seus escritos "as verdades" que na sua imaginação - ou ideologia - constituem-se, estas sim, em inverdades indiscutíveis.

Tal como achar (mais ainda ter certeza e fé) que o Fidel e seu irmão são benfeitores da humanidade, em Cuba, como Kadaphi se acha ainda hoje o benfeitor do povo na Líbia,que estaria disposto a morrer por ele.

Ora, o Google pode até permitir e endossar bobagens muito repetidas a ponto de parecerem verdades, mas o pesquisador esperto - que souber usar as facilidades que tem ao alcance de seus dedos - vai encontrar a verdade por baixo das informações incoerentes sobre o que estiver buscando.

Falo isto porque me senti meio vigarista hoje quando me dei conta de que muito do que tenho escrito nestes últimos tempos tem sido depurado em pesquisas no Google.

Uma informação que somente em poucos momentos reconheci nos meus textos.

Poderia estar me fazendo de muito culto, de muito bem informado, e o pior , de pessoa completamente competente no tema abordado, sem margens para erro, pois o meu texto dizia tudo o que precisava ser dito sobre o tema.

Daí a minha dúvida explicitada no título acima.

Qualquer pessoa alfabetizada , e quanto mais alfabetizada melhor (em inglês, francês, italiano, alemão, italiano, grego, russo, japonês, javanês, escolha você qualquer língua) será capaz de se tornar numa fonte de sabedoria que nunca na história deste planeta alguém poderia imaginar que pudesse existir.

E parecer que ficou assin por favorecimento divino. Ou por ter recebido este dom de conhecimento universal nas boas escolas que frequentou , na sua magnífica família, nas empresas ou örganizações em que trabalhou, e assim por diante.

Na verdade, se você tiver de escrever sobre qualquer tema, em qualquer língua que você conheça regularmente, só não será capaz de fazer isto se não tiver disposição para fazê-lo.

Este é o lado mau do ponto de vista ético do acesso total às fontes que permitirão você escrever sobre o que quiser. Pois o seu texto estará à prova de quaisquer críticas referentes à precisão dos dados.

Ora, qual seria então o mérito de poder escrever, ou de escrever, qualquer texto?

Faça um teste com você mesmo.

Imagine um tema de que você não entenda nada e escreva um artigo sobre ele.

Coisa secreta, só para você ler.

Pode ter a certeza de que ao fim de seu trabalho você estará se sentindo capaz de escrever sobre qualquer coisa.

E no entanto, e aqui vou expor o lado das vantagens do Google, você não será capaz de escrever coisa alguma que valha a pena de ser lido.

Há umas boas décadas ouvi numa conferência sobre marketing nos EUA que a escala desejável de preparação de um profissional - na era pré-Internet - passava por quatro estágios ou quatro passos:

1. A coleta de dados
2. A transformação dos dados em informação
3. A transformação da informação em conhecimentoa
4. A evolucao da connhecimento em sabedoria para a resolução de problemas.

As pesquisas feitas com o suporte do Google e de todas as ferramentas de busca são uma fonte inesgotável e constantemente renovadas de dados, e de informações.

Mas requerem a inteligência pessoal para evoluir daí para a sabedoria.

Desde a bobagem do super computador nos EUA perder para dois humanos ao responder perguntas do tipo o que é tal coisa por que não conseguiu deduzir se Paris Hilton era uma mulher ou um hotel.

A síndrome do Paris Hilton hotel ou da Paris Hilton devassa não é ainda percebido nos mecanismos de busca por mais sofisticados que sejam, como por exemplo no computador preparado para superar os humanos espertos.

Portanto o veredito do Pio é francamente favorável às pesquisas que apoiam textos, mesmo quando o autor não dá crédito às pesquisas no Google para apoiar o que esteja dizendo.

Numa explicação simplista: ninguém diz que está escrevendo algo em português por saber português, pois isto é o óbvio ululante. É a premissa não explicitada pois a sua própria existência é auto explicativa.

Num texto em que você leia algo e deseje saber mais sobre qualquer coisa que ali está sendo dita em alguma de suas partes, de seus parágrafos, a coisa mais simples a fazer é selecionar as palavras, copiar as palavras, ou as frases, colar o texto todo no Google e esperar os microsegundos enquanto o texto suspeito apareça (ou não) em seu contexto original.

Hoje mesmo, 2 de março de 2011, um ministro alemão valorizadíssimo pela Angela Merkel, pediu demissão do seu cargo ao ter o seu doutorado, já antigo, cassado pela universidade onde o adquiriu quando alguém , fazendo este tipo de pesquisa, descobriu que ele chupou a sua tese de fontes não mencionadas.

Só por este tipo de cassação o Google já mereceria um lugar de destaque ä direita de Deus pai todo poderoso...

A grande virtude de quem se empenhe em escrever algo que tenha sentido é o uso de sua capacidade de gerar e usar sabedoria ao galgar os degraus na sua escala de conhecimentos..

Será que alguém já disse isto?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Melanie Philips, a voz racional sobre este imenso desafio do Oriente Médio: judeus têm direito de viverem em Israel?





Os não judeus, e ainda os não muito preocupados com as políticas relacionadas à humanidade como um todo, assim como os mais cínicos, os menos informados todos, de um modo ou de outro, acabam por se depararem com o problema de Judeus e Palestinos.

Seja pelas razões mais simples , como temerem fazer turismo na área, com receio de atentados, seja por motivos mais fortes e mais diretos como quando conversam com amigos judeus sobre o tema.

Não é possível que posto diante deste problema alguém possa ficar indiferente.

Uma intelectual inglêsa, Melanie Philips, deu uma entrevista de 6 minutos e que está disponível no You Tube ( http://www.youtube.com/watch?v=_4dksiRW-Yg&feature=youtube_gdata_player ) que me levou a compartilhar com os amigos do Almanaque umas poucas observações sobre este tema.

Não é possível esgotar o tema, mesmo nos blogões que escrevo. Garanto porém que você vai sentir-se melhor depois de ler, e depois de pensar no que leu aqui.

Em primeiro lugar, vou ao ponto principal deste debate todo: teriam os judeus direito de imigrar para a Palestina e tomarem uma terra de onde foram expulsos por volta do ano 60 d.C.?

Mais ainda, porque a ONU "inventou" esta história depois da Segunda Guerra Mundial logo em seguida ao holocausto promovido pelos nazistas?

Ora, se era mesmo preciso reunir os judeus em algum lugar. porque não consideraram outras partes da Terra?


Você poderá concluir se se despir de todos os preconceitos - que este não é apenas um problema no Oriente Médio entre judeus e palestinos.

É a própria grande confrontação entre o que é certo com o que é errado, diante de você.

Por trás desta história está a essência da verdade, a definição do que seja justiça e a necessidade de não ignorarmos problemas esperando que estes problemas sejam resolvidos pelos outros, nos deixando viver com mais tranquilidade.

Judeus são um povo muito peculiar. Muita gente gosta deles, muitas outras pessoas os detestam. Mas o que os judeus fazem ou deixam de fazer é o que lhes permitiu continuarem sendo judeus há tantos milênios.

Os judeus mais antigos viveram num canto do Mediterrâneo que tornou-se no berço de pelo menos três civilizações, numa terra de filófosos ( que influenciam o que você pensa e faz hoje) e ainda mais profundamente numa privilegiada "base de operações" no relacionamento dos homens com Deus.

Seja Deus o que os homens da região achavam que Deus era ou deveria ser , seja por que Deus mesmo, decidiu dar uma atenção mais detalhada às pessoas daquele pedaço da Terra.

Deu certo este início de relacionamento, mas, gerou grande parte dos problemas passados, presentes e futuros da humanidade. E também a solução destes problemas.

Mesmo quando as pessoas hoje não se declarem ligados a nenhuma igreja é incrível que durante algum momento de seus dias, de todos os seus dias,fazerem uma oração quase despercebida sempre que algo de positivo ocorre em suas vidas.

Trata-se do "Graças a Deus!" Graças são o reconhecimento dos devotos à atenção que Deus, por sua própria disposição ou como resposta às preces dos devotos, optou por conceder-lhes.

O que aconteceu de bom não é nunca atribuído pelas pessoas ao acaso. Em ato reflexo, esta vantagem obtida, desde um bom lugar no cinema, à classificação em um concurso público é atribuída a Deus a quem o favorecido imediatamente agradece.

Os mais devotos, ao ouvirem um "Graças a Deus!" respondem automaticamente "Amem!, completando uma oração.

Este Deus a que todos dão graças, ou a que pedem socorro quando se vêem ameaçados (Que Deus me ajude! Pelo amor de Deus! e outras expressões semelhantes) não é outro senão o mesmo que repassou a Moisés os seus 10 mandamentos.

Não foram mandamentos simplemente repassados para Moisés; foram mandamentos que através de Moisés foram integrados à forma de organizar as sociedades de todos os homens e mulheres, harmonizando os seus interesses acima e além de todas as Leis dos homens. Pois nenhuma lei escapa de ter sido pautada nos preceitos expostos nos
10 mandamentos.

Mas, indo além de forma a comprovar a sua força, as Leis do Deus de Moisés e de Israel não requerem um fiscal ou um policial para serem obedecidas: elas têm na mente de cada cidadão do mundo o mais rigoroso guardião de seus prícípios...

Uma pessoa que ocultamente deixe de cumprir algum mandamento, quando tem a sua infidelidade descoberta, recebe a desaprovação imediata de todos.

Contra ele (ou ela) não são alinhados artigos de Códigos Penais, ou de qualquer código humano.

A desaprovação decorre da certeza de que se trata de alguém desalmado.

Um conceito que não aparece em códigos legais. Almas não fazem parte de qualquer preceito legal. Mas estão no âmago dos preceitos religiosos trazidos ao mundo justamente pelo Deus de Israel.

Há poucos dias, em outro blog, (Tabus Nunca Mais), propus um reexame das bases da mitologia grega e de seu sucesso disfarçado nos dias de hoje.

Os deuses gregos - naquelas observações - têm os seus mesmos antigos poderes evidenciados de forma disfarçada no dia-a-dia de todos nós, em especial em lugares como os shoppings centers, a mais sábia formatação de seus templos em qualquer momento da história.

Mas, depois de ter assisitido ontem a entrevista de Melanie Philips, enviada pelo Ike Zarmati, decidi deixar de lado a divertida avaliação dos deuses reconhecidos pelos povos nas margens do Mediterrâneo e tocar nesta questão de vida ou morte para tanta gente, e talvez para nós aqui tão longe do Oriente Médio.

A questão é se os judeus e todos os povos mediterrânicos que o consideram como também seu Deus terão qualquer privilégio imerecido em sua luta pela manutenção do estado de Israel, agora.

À pergunta inicial deste texto adianto a minha resposta: os judeus têm direito de voltar às terras de Israel e

E conquistaram este direito não depois da segunda guerra mundial,como pode parecer a muitas pessoas, mas em todos os dias, e todos os séculos desde que foram expulsos de lá.


Judeus, como todos que negociam com judeus sabem, são pessoas insistentes, radicais na defesa de suas idéias.

Judeus numa discussão sabem ser cansativos para o adversário. A dúvida socrática, de responder a uma pegunta com outra pergunta, se não foi um artifício inventado pelos judeus foi por eles levado à perfeição.

- Você é ou não culpado deste crime?

- O que você considera culpa? E o que para você é um crime?


Isto feito para valer, sem piscar os olhos, e mantido com precisão a cada nova frase pode levar o adversário à loucura ou induzi-lo a eliminar fisicamente o seu torturador pela lógica.

Esta insistência vem do mesmo poço de onde os pensadores judeus beberam todos os dias a inspiração para levá-los de volta à sua terra original.

Se você tem uma fazenda e é expulso de lá, vai tentar por todos os meios e modos voltar a ela. Durante um ano, dois anos, uma década, cinco décadas. Talvez transmita o mesmo empenho a seus filhos e os seus filhos poderão tentar transmitir a mesma intenção a seus filhos e netos.

Os judeus ficaram fazendo este apelo a todos os seus descendentes por quase 2 000 anos.

Para a imensa maioria das pessoas do mundo esta "ocupação" das terras de Israel foi justificada, depois da Segunda Guerra Mundial, para abrigar um povo cujos descendentes foram liquidados da forma abjeta pelos nazistas em fornos crematórios de campos de concentração em diversos locais da Europa.

Parecia uma solução bem urdida sob medida para um problema recente.

Um fato público, notório e intensamente divulgado com fotografias, filmes e depoimentos emocionantes tornou indiscutível que o retorno a Israel era mesmo necessário. Se este retorno tivesse ocorrido nos anos 30 do século XX teriam sido talvez poupadas 6 milhões de vidas e o mundo seria melhor.

O novo Israel, de 1947 até agora, tem enfrentado uma violenta oposição dos palestinos - que ocupavam aquelas terras - e dos seus primos árabes mussulmanos.

Desde do retorno dos judeus a Israel não têm ocorrido novos grandes fatos para justificar emocionalmente a sua volta. Os pobrezinhos espezinhados e mortos nos fornos não conseguiram produzis - graças a Deus - nenhum outro grande fato traumático e emocionante.

Em 1967, em pleno feriado do Yon Kippur ( quando os judeus estão recolhidos em preces e em jejum) as forças armadas de Israel derrotaram em 6 dias, tropas egípcias que se preparavam para reocuparem as terras do estado de Israel.

Os judeus que poucos anos antes foram tangidos pelos nazistas para os fornos crematórios pela primeira vez demonstraram a sua força militar destruindo os inimigos numa operação muito mais eficaz e eficiente do que a blitzgrieg dos alemães, em 1940 na Europa.

O número de baixas dos judeus foi insignificante. Suas perdas materiais mínimas, enquanto as perdas dos inimigos foram TOTAIS.

Esta vitória foi muito boa para Israel e para o orgulho dos judeus, mas foi a origem de uma catástrofe de "relações públicas".

A teimosia dos judeus que sempre consideraram retornar a Sion com muita humildade depois de serem escorraçados de muitos países, passou a envergar fardamento militar com tropas eficientes e "invencíveis" diante de seus inimigos.

Os judeus deixaram de ser dignos de pena e passaram a ser temidos por seu poderio militar e pela forma como o empregaram.

E os principais culpados de ter deixado de lado esta missão de comunicar ao mundo as suas necessidade e anseios foram justamente os judeus. Todos os judeus, para que não haja dúvidas.

Justamente os judeus que transformaram os 10 mandamentos transmitidos por Deus a Moisés - através do primeiro grande esforço de comunicação global - em preceitos universais.

Justamente eles que tiveram entre seus filhos Jesus, que por meio de seus apóstolos tornou a religião antiga de uns poucos na religião mais praticada pela maioria dos outros povos da Terra.

Justamente eles cansaram-se de defender suas razões históricas e passaram a imitar todos os seus inimigos ao longo da história, apoiados unicamente pela força das suas armas.

Todos os povos que recorrem a este tipo de argumento - para quem observa a história com mais atenção - acaba perdendo as guerras. Judeus derrotados no ano 60 sem dispararerm um tiro continuaram a existir e voltaram para lá formalmente em 1947.

Todos os seus opositores armados foram desaparecendo ao longo da história.

Ora, o mundo que se dane e aprenda como a coisa deva ser, poderia ser a declaração arrogante de um chefe militar judeu durante alguns anos, mas ela somente poderá ser repetida por mais alguns anos, com perdas de muitas vidas, de muitas inteligências.

Os povos de toda a terra estão em busca de paz e de convivência harmoniosa entre as nações. Um sonho divino, que todos buscam.

Acredito que se hoje fosse promovido um plebiscito mundial quanto à ocupação das terras de Israel por Palestinos ou Judeus os judeus perderiam fragorosamente.

Este não é como pode parecer um problema de JUDEUS E PALESTINOS. É um problema de nós todos.

Faça o seu comentário a favor dos judeus ou contra eles a seguir e tome parte neste confronto em que a maior derrotada poderá ser a sua própria consciência.