Se você se deixar levar pelo politicamente correto poderá contar todos os dias com uma imensidão de conhecimentos prontos para serem aprendidos. Tudo em embalagens confiáveis.
Se se dedicar a seguir todas as regras mais respeitadas a sua agenda vai estar sempre cheia. Você jamais poderá ser acusado de fazer (ou pensar) as coisas erradas.
Cada gesto ou cada atitude sua estará apoiada em precedentes sólidos.
Mas, você viverá somente uma pequena parte de sua vida.
Você será um marionete tecnológico, em que cada gesto seu será comandado por outros, por outras, em conjunto ou separadamente. Você não será exatamente você, mas a resultante de dezenas, centenas até, de influências externas.
Você falará pela voz de seus gurus.Por vezes contraditórios entre si.
O desaprender sugerido aqui é um campo minado, mas vai dar sentido a tudo o que você venha a fazer quando decidir colocar em dúvida o saber oficialmente aceito.
Para acostumar-se a desaprender você conta com um apoio jamais antes disponível. Esta internet.
Mas, correrá o risco contínuo de ser muito desagradável para as pessoas à sua volta. E pior, para você mesmo.
Use a Internet e baixe todo o texto do “Discurso sobre o Método” do Descartes. Basta acessar virtualbooks.terra.com.br/.../discurso_do_metodo.htm .
Garanto que você vai aprender a desaprender com um filósofo atualíssimo para os nossos novos tempos.
Doses diárias de informações sobre comunicação, marketing direto, coisas que nos fazem agir, mudar de opinião e muito mais se você participar
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
4ª dica: Tem disposição de aprender e de rever seus conceitos sempre que alguma razão nova se apresente
Em qualquer atividade humana há espaço para o repensar. E em nosso caso específico da comunicação verdades intocáveis acabam por comportar exceções tão expressivas que perdem na mesma hora a característica de dogmas.
O pessoal que trabalha em jornais populares sabe que as manchetes atraem leitores e por isto frequentemente são acusados de não respeitar susceptibilidades, nem o bom gosto e nem mesmo as leis.
No Rio, houve uma manchete histórica ; Matou a mãe sem motivo justo..
Um título antológico dentre outros motivos por adiantar a defesa ou a acusação do culpado.
O que seria um motivo justo para matar a mãe? Será que existe? Seria um atenuante num julgamento por homicídio?
No caso da comunicação de marketing o texto anterior sobre o Não deixe a vida para depois está neste caso de redefinição diante de algum argumento convincente, mesmo sujeito a revisões.
Aliás,esta decisão de poder mudar de opinião é exercida com intensidade acima da desejável por profissionais da política, que se lixam para a oponião pública...
Nós não,nós mudamos eticamente...
O pessoal que trabalha em jornais populares sabe que as manchetes atraem leitores e por isto frequentemente são acusados de não respeitar susceptibilidades, nem o bom gosto e nem mesmo as leis.
No Rio, houve uma manchete histórica ; Matou a mãe sem motivo justo..
Um título antológico dentre outros motivos por adiantar a defesa ou a acusação do culpado.
O que seria um motivo justo para matar a mãe? Será que existe? Seria um atenuante num julgamento por homicídio?
No caso da comunicação de marketing o texto anterior sobre o Não deixe a vida para depois está neste caso de redefinição diante de algum argumento convincente, mesmo sujeito a revisões.
Aliás,esta decisão de poder mudar de opinião é exercida com intensidade acima da desejável por profissionais da política, que se lixam para a oponião pública...
Nós não,nós mudamos eticamente...
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