quinta-feira, 18 de abril de 2013

Você se acha bem informado sobre a sua cidade, seu país, sobre a Terra?

Nas últimas semanas as notícias têm andado "enguiçadas", uma forma do Tutty Vasquez classificar as informações que ganham espaço todos os dias nos noticiários e...

São as notícias que com ou sem as quais é tal e qual...

Embora quando elas surgem parecem que vão ter importantes desdobramentos.

O problema fica muito evidente quando você se surpreende muito irritado ao encontrá-las todos os dias em novas versões atualizadas e inúteis nas mesmas páginas.

A certeza de que não estou (não estamos) bem informado(s) me assalta. E me desastibiliza.

Todos os dias ao conversar com as pessoas, parentes, amigos, colegas a gente acaba por dar opiniões sobre os fatos que nos cercam e nos envolvem.

Fatos ou ficções?

Quando leio um grande jornal não posso deixar de elogiar as pessoas que todos os dias são capazes de produzi-los. Já estive em redações de jornais há muito tempo, e sei como nos sentimos realizados em resolver o problema da edição diária coerente com a edição dos dias anteriores e compromissada com as próximas edições.

Nós somos os arautos da verdade, heralds como os de língua inglesa por vezes chamam os seus jornais.

No entanto o passar dos anos, e dos últimos anos mais ainda, prova como deixamos de dizer coisas importantíssimas em torno das notícias.

80% do que lemos, vemos ou ouvimos no noticiário não é verdade. Ou não é toda a verdade.

É preciso ler o que está nas notícias e principalmente o o que não está em cada notícia.

E o que não está na notícia é a notícia que devia nos preocupar.

O Almanaque vai voltar ao tema .



Você sabe do que acontece através dos olhos de milhares de intérpretes da realidade. Mas, olhe para esta figura e constate que mesmo o que você tem a certeza de estar vendo não é o que você está vendo.

segunda-feira, 11 de março de 2013

O Papa , o papado hoje um mar calmo que foi tempestuoso durante a maior parte de sua existência.

Capela Sistina , Santa Sé, Vaticano, Papas, Cúria Romana, cardeais e mais cardeais, expectativa no mundo para saber quem será o próximo Papa , a combinação harmoniosa entre decisões políticas e a essencial atuação do Espírito Santo orientando os votos dos cardeais, mais de 3 000 jornalistas credenciados para a cobertura.

Junte isto tudo e teremos - como temos - então uma grande acontecimento midiático que tem ocupado pelo menos 20% do noticiário da imprensa no mundo.

Não tivesse morrido o Chavez, a cobertura dos assuntos do Papa seria ainda mais exrtensa.

A curta memória humana se depara com um tipo de evfento global que deverá gerar importantes desdobramentos. Mas mesmo com estes desdobramentos o efeito destruidor deles deverá ser menos impactante para o mundo do que a governabilidade da América Latina na era pós Chavez, na era pós Castros, no oriente médio no desdobramento da primavera árabe, na China no desdobramento da era pós maoista, e até no Brasil na era pós petista.

Tudo isto na linha da pergunta do Stálin sobre quantas divisões tem o Papa? em que ele duvidava da influência que um padre fechado no Vaticano poderia ter sobre o mundo e até sobre a sua URSS cheia de divisões de exércitos e de bombas de destruição em massa.

As questões humanas da pedofilia, do casamento de padres, da ordenação das mulheres, dos descaminhos das finanças da Igreja mada disto afeta o ambiente comportado do Vaticano e os passos dos cardeais nas salas onde vão ficar até que o novo Papa seja eleito e anunciado ao mundo.

Numa super-simplificação: se você, como jornalista, fosse mandado para Roma para cobrir a cerimônia estaria e estará mais seguro do que se fosse escalado para cobrir a inaguração de um museu em sua cidade.


sábado, 2 de março de 2013

Os amuletos podem ser a sua chave secreta para a felicidade???






Meditar sobre a origem da religião pode ser tão inútil quanto meditar sobre as origens do Universo.


Em seguida à renúncia do Papa Bento XVI senti que o momento que vivemos requer um apoio de São Bento e de sua oração notável e poderosa. E procuro aqui explicar este momento místico com os que me acompanham neste Almanaque.


Nada derivado desta meditação vai mudar as religiões, como também nada do que pensemos (por mais que pensemos) vai mudar o Universo, ... mas a meditação pode ajudar a nós mesmos mudarmos a nossa maneira de viver.Por isto vale a pena pensar sobre o mistério mais globalizado do mundo.

Meditar pelo prazer de meditar se torna irresistível quando num belo dia de sábado nos vemos em contato com a natureza e beleza da criação. A produção que o planeta nos apresenta só não faz pensar quem tenha sido guilhotinado... A beleza e a harmonia estão por toda parte. É um privilégio se estar vivo tendo aquele show da vida se exibindo diante de nossos olhos, desde a formiguinha trabalhadeira, à profusão dos verdes em milhares de árvores, plantas, capins...

E nesta meditação de sábado encontrei com um bom ponto de partida para buscar a origem e o sucesso das religiões que surgiram ao longo de milhares de anos em cenários semelhantes ao que estava diante de mim naquele sábado.

As religiões todas tinham na sua lista de ingredientes exatamente o que qualquer pessoa pode ter desde que preste atenção ao mundo a sua volta. Religiões não precisam de msterisid que precisam ser trabalhados com instrumentos ou em oficinas. A única oficina necessária está na cabeça de quem pensa sobre a vida.

PORQUE EXISTEM AS RELIGIÕES EM TODOS OS POVOS EM TODAS AS PARTES DO MUNDO???


Religiões não são objetos que podem ser vistos e tocados... Religião não pode ser vista, tocada, usada. Só pode existir oculta dentro da cabeça de seus fiéis.

O arco e a flecha existem em todos grupamentos humanos que tenham sido estudados por antropólogos. Independente dos povos o arco e a flecha foram essenciais para a sobrevivência daquele grupo.

O arqueiro ganhava o poder de fazer a sua força ser exercida a uma distância maior, mais segura, tanto para defender-se quanto para atacar.

O arco e a flecha eram o seguro para uma vida maior e melhor. Não havia a hipótese de um antepassado nosso não acreditar no arco e a na flecha. Bastava ver um arco e uma flecha para não ter dúvidas a respeito de sua função. E da vantagem de aderir a ele.


As religiões ,ao contrário dos objetos visíveis, existem na cabeça de cada praticante. Não requer matéria prima, tempo para fabricação, lugar para estocar.



Com um simples pensamento podemos fazer uma viagem até os limites do Universo num piscar de olhos. E ninguém perceber, mesmo estando sentado ao lado do pensador.

Os praticantes tanto podem acreditar intensamente nos seus deuses, ou acreditar menos, mas sempre vão acreditar em algo invisível que determina o que vão fazer em suas vidas práticas.

No momento em que vivemos há um acesso infinito a todas as informações, dados e experimentos científicos. Mesmo os menos interessados nestes temas passaram a "exigir" um selo de qualidade a ser agregado a todas as atividades humanas.

Só é verdade se puder ser cientificamente comprovado.


Isto não é verdade. Poderia até
ser se os homens não tivessem cérebros tão ricos ( e ocultos diante das demais pessoas) comandando os seus atos.Se os nossos cérebros fossem fabricados em série como chips de um computador que só reconhecessem o zero e o um seria diferente.Só haveria um certo e tudo o que não fosse aquele certo, seria errado.

Ou a informação é zero ou a informação é um. E qualquer outra "informação" que não tenha este formato simplesmente não existe.Nem pode sequer ser considerada.

Sabemos que os cérebros não são binários. A sabedoria popular consagra esta "independência" dos cérebros humanos ao afirmar "que cada cabeça, cada sentença".

Hoje, no mundo civilizado com as comunicações cada vez mais intensas fica muito mais fácil alguém ignorar coisas que não existam no mundo material. Basta exigir uma comprovação científica para justificar o seu ceticismo.

Vamos viajar numa máquina do tempo imaginária e vamos pousá-la em alguns lugares do passado.

Em Atenas do 5º século a.C o povo todo vivia cercado de deuses tão diversos quanto eram as emoções humanas. Não havia espaço para que alguém, por mais sábio que fosse, alegasse que não podia acreditar em um deus tal. Podia dizer que não acreditava no poder daquele deus tal, e que a sua preferência ia para o deus qual.

Vamos pousar com a nossa máquina do tempo numa tribo amazônica exatamente na mesma época, no 5º século a.C, e vamos procurar no grupo indígena alguém que desconsiderasse os deuses do grupo. Não iríamos achar ninguém vivo, pois além de tudo isto havia a impossibilidade de alguma pessoa acreditar em outro deus.

Vamos aos esquimós da mesma época ao polo Norte e à alguma tribo de esquimós. Eles também, no 5º século a.C e tinham seus deuses gelados como devem ter até hoje requerendo os mesmos cuidados e os mesmos rituais.

As religiões e seus seguidores são tão presentes hoje no dia-a-dia das pessoas quanto os copos e os utensílios que todos usamos para viver. Só que as religiões são muito mais importantes do que qualquer objeto físico.



As Religiões, todas elas , nasceram de uma disposição dos homens irem além de seus corpos, de suas mentes e de suas vidas.E VONTADE DE QUE ISTO ACONTECESSE GEROU RESULTADOS !!!


Pesquise, leia bibliotecas, matricule-se em seminários, torne-se um especialista em Deuses, torne-se um teólogo respeitado e ao fim de algumas décadas talvez você conclua que as religiões foram a única alternativa possível quando nossos antepassados muito distantes buscaram uma proteção mais abrangente diante dos perigos e das incertezas das suas vidas.

E isto aconteceu quando os seres humanos entenderem a dimensão de seus problemas.

Ao imaginar as soluções para seus problemas chegaram à religião.Ou às religiões, E tinham todos os motivos para dedicarem-se às suas crenças evoluídas para religiões.

Em qualquer ajuntamento humano algumas pessoas têm mais sucessos do que outras. Há pessoas ungidas pela sorte . Estas pessoas têm mais sucessos do que decepções. E os seus companheiros se apercebem que esta sorte é um bem muito mais precioso do que qualquer outro.

Em ilhas vulcânicas do Pacífico há ainda hoje pessoas especiais que mantem relações "espirituais" com os vulcões e agem para que as suas erupções sejam menos danosas para as suas tribos.


As pessoas que "conversam" com o vulcões tratam de criar proteções contra a destruição decorrente de suas erupções. Um coco esvaziado de seu conteúdo com novos enchimentos e uma rolha de vegetais bem apertada lançado pelo ungido nas ravinas é a ÚNICA forma de deter as lavas antes que elas atinjam os povoados. Eles acreditam nisto e a proteção do coco faz o fluxo de lavas parar ali mesmo, sem destruir as vilas localizadas abaixo.

Os pesquisadores modernos que se depararam com esta finalidade de amuletos não duvidam do que dizem os seus pesquisados, mas nos trazem a verdade deles muito bem definida e com o peso de ter sido por repetidas vezes comprovada na vida real desde o tempo dos avós dos iluminados encarregados de domar os vulcões.

Para nós que vivemos longe destes vulcões isto tudo pode parecer uma bobajada curiosa, mas para eles que vivem em cima dos vulcões é uma questão de vida ou morte.

O cara que faz o fluxo de lava não avançar pelo uso do que quer que seja tem de ser apoiado, cultuado, respeitado.

Ao assistir uma entrevista num canal sobre as forças da natureza com a câmara em close no rosto do intermediário entre o vulcão e a tribo percebe-se que o entrevistado não está mentindo, e que o entrevistador não tem como desrespeitar aquela verdade fantástica: ele tem o poder de fazer parar o fluxo de lavas que destrói tudo por onde passa.

Nem todos os povos e tribos contam com vulcões enfurecidos para praticarem o seu relacionamento com as forças superiores do Universo para exorcizar os perigos e inseguranças do dia-a-dia.

Vulcões, para os fins deste post, têm a vantagem de uma presença física maciça e indisfarçável. Claramente documentada nas TVs dedicadas aos mistérios da vida.

Pragas de insetos, enchentes, secas, terremotos, furacões, chuvas de meteoros são outras manifestações da natureza causadoras de danos terríveis para os seres humanos. Mas fica mais fácil esquecer estas grandes desastres após alguns anos. A ligação ferroviária entre a Florida e as ilhas Key West foi inteiramente destruída por uma ressaca terrível nos anos 20 do século passado.

A estrada foi refeita e hoje a lembrança da terrível destruição é apenas uma curiosidade que assusta menos do que a notícia do próximo furacão...

Em agosto de 1883 a explosão do Krakatoa além de reduzir uma ilha pela metade e matar mais de 100 000 pessoas nas ilhas vizinhas da Indonésia afetou o mundo inteiro pelos próximos cinco anos, tornando a luz da lua azulada (blue moon) e fazendo baixar a temperatura média da Terra (como era medida na época) em quase 2 graus.

Para a explosão do Krakatoa aparentemente não funcionaram os talismãs dos chamãs locais. Mas, se fossem ouvidos os chamãs hoje numa reconstituição histórica eles poderiam se rejubilar por de fato terem salvado a Terra, pois talvez tenham evitado uma explosão do planeta inteiro e não apenas das ilhas próximas...se não tivessem recorrido aos seus feitiços.

ENTRE O QUE PODIA TER SIDO, O QUE FOI E O QUE PODE ACONTECER NO FUTURO ACHO UMA BOA IDEIA CONTARMOS COM ALGUNS TALISMÃS...

Olhemos para as pessoas à nossa volta aqui no Brasil e em qualquer outro lugar da Terra.

Os talismãs, os amuletos, os desenhos símbolos de relações "individuais" de algumas pessoas com as grandes forças do Universo estão por toda a parte.

Desde os olhos fabricados na China e distribuídos por todo o planeta aos santos, santinhos e escapulários da Igreja Católica.

Dos símbolos criados pelos judeus para guardar as portas das casas, das tatuagens repletas de significados conhecidos apenas pelos tatuados e pelos tatuadores, das fitas coloridas, das figas, não há pessoa que não conheça estes sinais. E mantenha com eles e seus portadores uma relação de respeito.

Passar por baixo de escadas é atitude "evitada" em todos os lugares, suprimir o 13º andar em prédios nos Estados Unidos pode parecer a quem não saiba desta superstição uma bobagem que seria admissível numa tribo primitiva, mas é levada a sério no país mais rico do mundo.

Que aliás tem em cada nota de sua moeda um arranjo de símbolos que não seria visto como bobagem num terreiro de candomblé.

Na China a existência de dragões que precisam ser bem tratados difundiu o feng chui como uma nova forma (muitas vezes milenar) de harmonizar gente com o ambiente em que vivem.

Sem ousar uma associação entre estes amuletos e guias com ciência - que seria um desrespeito às forças que demonstram a sua eficiência para cada pessoa protegida, estou sugerindo que você, como eu nos últimos tempos, passemos a dar mais atenção às coisas que não vemos, mas que podem ter muita importância no nosso dia-a-dia.

Nos testes que os laboratórios farmacêuticos fazem antes de aprovar novos medicamentos o novo produto é testado em pessoas selecionadas para medir a eficiência terapêutica dos seus componentes.

Muitas destas pesquisas são feitas com a comparação do efeito dos novos medicamentos diante de falsos medicamentos em pilulas com formatos idênticos aos do novo medicamento só que vazias de preparados químicos.

São pílulas inócuas, cheias de farinha que não farão nem mal nem bem para qualquer pessoa.

No entanto em todas estas pesquisas há um percentual pequeno é verdade que é curado pela pílula falsa, o placebo.

A cura pode ser justificada pela fé, pela vontade de ser curado ou curada que altera as defesas do corpo e cientificamente promovem a cura do mal para o qual a nova medicação foi inventada.

Se a pilula falsa inócua cura, a proteção proporcionada pelo amuleto de que o usuário tem a certeza da eficiência irá proporcionar resultados muito mais importantes.

Corria no meio jornalístico dos anos 50 e 60 do século passado que o político Tenório Cavalcanti do Estado do Rio teria o "corpo fechado" contra ferimentos mortais por balas. E ele, embora metido em sérios entreveros, não foi morto por tiros.

É bem verdade que naqueles tempos Tenório andava com uma metralhadora chamada de Lurdinha, mas ao que se tenha notícia nunca a usou para defender-se de seus desafetos. Que deviam sempre ter em conta que o político de "corpo fechado" iria passar fogo em quem se aproximasse dele com ânimo bélico...

A RELIGIÃO CATÓLICA E A RELIGIÃO DO PAPA BENTO QUE ABDICOU DO PAPADO

Poucos empreendimentos humanos duraram 2000 anos. Todos que perduraram tanto tempo foram os de sociedades primitivas como os indígenas da amazônia, os povos das vastidões geladas próximas aos polos, os aborígenes da Austrália. Não há porém qualquer sociedade complexa que tenha sobrevivido ao confronto com outras sociedades evoluídas. A religião católica é uma exceção. católica.

As religiões ou crenças impostas sobre qualquer povo não resistem nem por um século. A mente livre que comanda a cabeça de todas as pessoas as rejeitam.

No século passado duas destas "religiões" se impuseram pela força em dois países da Europa: o comunismo e o nazismo . Todos os sucessos que seus propagadores obtiveram (nos primeiros tempos) derrubando todas as pessoas que se contrapunham a suas "leis" foram sempre insuficientes para cobrir o misticismo demandado pelos homens desde que começaram a pensar sobre os seus futuros.

Nós, mesmo quando tudo dá certo, apreciamos muito mais o sucesso quando o compartilhamos com os nossos protetores.

Ninguém, que eu saiba, tem a ousadia de se colocar acima destas proteções.

Passei a usar uma imagem de São Bento num cordão ao pescoço desde da abdicação do Papa dia 28.

Este é um momento mágico e místico que não pode ser entendido apenas como mais uma notícia internacional.

Tenho Fé de que será uma oportunidade única para mergulharmos nos aspectos místicos de nossa vida.

Dê a você mesmo a oportunidade de ousar estes saltos no mundo místico.








quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

TERRA? O ALMANAQUE SUGERE QUE VOCÊ ADOTE OUTRO NOME PARA O NOSSO PLANETA: V I D A





Faça de conta que esta é a primeira vez que você vê a Terra exatamente como ela é


Aqui estamos nós dois: você que lê este texto e eu.

Se você gosta de milagres e não tem paciência para suspense peço a sua atenção para este fato: nós somos muito maiores do que qualquer milagre que você possa imaginar.

Você é a maior invenção que poderia ser imaginada por alguém.

Estamos, nós dois, na Terra, um belíssimo corpo celeste, geminado com uma Lua grandona . Terra e Lua giram em torno do Sol, que mantem com a Terra as seguintes relações:

O Sol tem um diâmetro médio "oficial" de 1.392.000km, ou 109 vezes o diâmetro da Terra.

Em volume, ele tem 1.295.029 vezes o volume da Terra.

A massa aceita para o Sol é de 1,9891*10^30 kg, ou 333.400 vezes a massa da Terra.

As proporções entre o Sol, a Terra e os demais planetas está demonstrada na ilustração que faz parte deste post.

A Terra não passa de um ponto junto às dimensões do Sol e até de outros planetas como Júpiter e Saturno.


O Sol comanda um sistema solar com planetas que vão até Plutão que deixou de ser considerado um planeta, mas que está a uma distância 200 vezes maior do Sol do que a Terra.

Estamos a apenas 8 minutos/luz do sol. Ou seja se o Sol explodir só vamos tomar conhecimento disto 8 minutos depois.

O Sol e o seu sistema solar faz parte de uma Galáxia – a Via Láctea - que mede 100 000 anos luz de largura por 25 000 anos luz de espessura.

Nesta Galáxia existem 100 000 000 000 – cem bilhões – de estrelas como Sol. Em algumas delas – são tantas – existe indicação da existência de planetas como é a Terra.

Numa avaliação publicada no dia 9 de janeiro nos jornais há na nossa Galáxia 17 bilhões de planetas com dimensões similares às da Terra girando em torno de estrelas similares ao Sol onde poderia haver vida como a nossa.

Só que por estarem estes planetas demasiado próximos aos seus sois, a água não poderia estar em estado líquido, uma barreira difícil de ser superada por espécies vivas, como temos por aqui.

Nós dois, portanto, estamos num planeta do Sol no meio desta vastidão cósmica que por ser medida em bilhões é quase inimaginável.

Uma certeza que podemos ter - em meio a estes bilhões todos - é a nossa humana insignificância em termos de massa em relação à massa da Terra.

Todos os seres humanos se fossem juntados pesariam cerca de 500 milhões de toneladas.

Se se construísse uma caixa com 2 quilômetros de altura, por 2 quilômetros de largura e com 2 quilômetros de profundidade e um grande sacana quisesse e tivesse poder para isto, poderia juntar os 7 bilhões de homens e mulheres – causando-nos uma morte inevitável – e nos acomodarmos neste grande cubo. Deixando lugar vago para muitas outras espécies de animais numa arco de Noé às avessas.

Lá estaríamos todos com os nossos corpos e as nossas mentes, com os nossos conhecimentos e a nossa ainda maior ignorância.

Mas, a nossa Galáxia, que já definimos tão grande, não é TODO o Universo.

É apenas uma parte dele, milhões de vezes menor do que outras Galáxias que já descobrimos ao longo dos nossos poucos anos de existência no que dizemos ser o Céu.

E como a nossa Galáxia, a nossa Via Láctea, com seus 100 000 anos luz de largura
e seus 25 000 anos luz de espessura há mais de 100 bilhões de Galáxias identificadas.

O Hubble, o mais poderoso telescópio fabricado pelo homem e instalado como um satélite na órbita terrestre fotografou numa exposição de semanas apontado num canto escuro do Universo o objeto mais distante já identificado.

Ele está a 47 bilhões de anos luz distante da Terra!!!


Se 100 000 anos luz já extrapola a nossa capacidade de imaginar imagine alguma coisa – maior do que a nossa Galáxia – que esteja a 47 bilhões de anos luz de distância...

Se esta Galáxia distante explodir, virar um dragão, mudar de cor só poderíamos saber destas mudanças 47 bilhões de anos depois...

Vamos nós especular um pouquinho:

Pessoas como nós, ao longo dos últimos 3 000 anos começaram a olhar para o Céu e foram capazes de descobrir com precisão cada vez maior todas as coisas que foram ditas até agora neste post.

Os gregos antigos, há uns 2 500 anos, cuja imagem nos parece ser de um bando descompromissado e alegre de gente dedicada a falar sobre tudo antes da palavra ciência ter sido adotada conseguiram :

1) determinar o tamanho da lua

2) calcular o tamanho do Sol

3) chegar às dimensões da Terra

4) abrir as cabeças de todos para as grandes questões e para as grandes dúvidas que incentivaram as descobertas feitas ao longo de pouco mais de 3 000 anos.


Em um post anterior aqui do Almanaque desejei realizações pessoais e felicidades para você leitor e para os 7 bilhões de passageiros como nós deste planeta .

Sugeri nele que buscássemos as nossas realizações no presente, já que o futuro sempre foi muito incerto, e o passado já passou e a ele não podemos voltar.


Acredito que depois disto tenha tido uma inspiração divina ao olhar para uma estante de livros em casa e me deparar com o “Asimov – Guide to Science 1 The Physical Sciences” edição da Penguin de 1985, que “pedia” como se fosse um ponto de exclamação , para consultá-lo.

DIANTE DE QUALQUER DÚVIDA SUA NÃO HESITE: VÁ VER O QUE O ASIMOV TEM A DIZER SOBRE AQUILO

Issac Asimov escreveu sobre tudo o que possa interessar a quem se interessa por algum tema.

Com precisão, conhecimento e graça. Tudo o que ele escreveu é muito bom.

Como um exemplo disto estou olhando um outro livro dele com umas 1500 páginas que comprova a afirmação sobre a riqueza trazida a pela leitura de seus livros.

Asimov’s Guide to Shakespeare” . Nada de ciências exatas, mas a visão de um cientista e pensador sobre um autor que revolucionou o mundo tendo muito poucas fontes de pesquisa disponíveis .

Todos – aceite a minha dica – temos de ter muito cuidado com o acesso a muita informação sobre qualquer tema: é o tipo da coisa anticlimática conhecer tudo sobre qualquer tema.

Um exemplo bem ilustrativo nos é dado pelos – que me desculpem todos os devotos deste credo – conhecedores profundos dos vinhos.

A menos que você seja um deles que dorme e acorda pensando e degustando vinhos, usando as suas outras horas para ler e visitar os locais onde são cultivadas uvas e preparados vinhos seus conhecimentos sempre serão insuficientes , até para dizer se um vinho está bom ou não.

Se for exigido que explique a sua avaliação e ela for feita diante de um destes experts será impossível você tirar uma nota maior do que zero.

Portanto um conhecedor profundo de vinhos abdica do simples prazer de saborear uma taça da bebida. Troca este prazer pela análise proporcionada por suas bem educadas papilas gustativas, combinadas a seu olfato e a sua visão num laboratório sofisticadíssimo controlado por uma cabeça técnica, e cada vez mais técnica.

O prazer “normal” dos bebedores de vinho é substituído por outros prazeres que se tornam incompreensíveis para as pessoas normais e inocentes em relação à enologia.

Peço licença para ilustrar os males deste conhecimento absoluto de qualquer assunto com outro exemplo: os possuidores de ”ouvidos absolutos”.

Aquelas pessoas que ao ouvirem uma gravação conseguem identificar onde foi realizada gravada, qual a marca do piano, as condições de gravação ( temperatura da sala, etc.) e a partir daí a julgar os momentos perfeitos e as falhas eventuais do concertista que ninguém mais no mundo é capaz de identificar.

Asimov conseguiu ser o “ouvido absoluto” sobre todos os temas que escreveu tendo conseguido ser também o transmissor absoluto nos textos por ele criados.

Com apenas três anos de idade deixou a Rússia e emigrou para os Estados Unidos. O ano de 1923 explica a decisão de seus pais judeus deixarem a terra natal em busca de seu sonho de liberdade na América.

A viagem foi proveitosa para eles e para toda a Humanidade: Asimov prosseguiu na sua busca pelos segredos do Universo formando-se em bioquímica , tornando-se professor nesta matéria e mergulhando em todos os demais campos do conhecimento.

Asimov do mesmo modo que escreveu mais de 500 livros demonstra no livro que tenho nas minhas mãos, como Shakespeare foi capaz de escrever todo o seu trabalho com segurança e talento movido apenas pela necessidade de ganhar o seu sustento em exibições no “Globe Theatre”, em Londres.

Em momento algum ele deve ter-se imaginado um “clássico” em formação...

Asimov foi o mais prolífico autor de livros, artigos e conferências sobre todas as ciências, todas as culturas, e um genial escritor de ficção científica em que o “I Robot” de 1957 tem destaque especial.

Digite Asimov e busque na Wikepedia o que há sobre sua vida e obra e constate que na área não científica ele escreveu Guias sobre a Bíblia , sobre compositores populares, obras que demandariam anos de atenção para serem escritas e que valorizariam qualquer intelectual. E Asimov escreveu não só sobre aqueles temas “menores” como escreveu sobre tudo o que ali está listado.

Decidi reler o livro sobre as ciências físicas de Asimov para buscar nele uma harmonização entre os nossos votos de sucesso para todos e o ambiente em que estas realizações pessoais teria de ocorrer: a nossa Terra.

Desejamos coisas boas para parentes e amigos por que sabemos muito bem haver muita gente vivendo e morrendo pelas razões as mais diversas.

Muita gente é e está dedicada a matar gente. Muito mais gente é dedicada a buscar uma harmonização na conduta humana para possibilitar a nossa evolução contínua.

Os primeiros podem ser classificados como a turma do mal e os segundos em que estamos incluídos você e eu formam a turma do bem.

Tem gente que se suicida enfatizando a sua disposição de deixar de viver ao arrastar consigo mais pessoas que em seu julgamento não precisam estar vivos.

Entender a motivação dos nossos irmãos humanos sempre foi o maior desafio de todas as civilizações.

Há uma premissa – dogmática, que não precisa ser comprovada - e por isto mesmo não enunciada e sequer cogitada quando enviamos mensagens e desejamos sucesso para todos na Terra.

Este dogma é que somos os donos da Terra.

Pedimos que os deuses ouçam as demandas de todos e na medida do possível atendam os seus pedidos.

Se tivermos uma formação esotérica vamos procurar identificar conjunções e alinhamentos de planetas com constelações em busca de correlações com o firmamento que nossa mãe poderia ter visto na hora de nosso nascimento.

Este conhecimento para os esotéricos é a própria essência da vida!!!


A infinitésima insignificância da Terra e de todos os homens nela existentes em relação ao universo torna ainda mais surpreendentemente arrogante este posicionamento das pessoas esotéricas.

Não se trata, como no passado antes de Kepler, Copérnico e Galileu da Terra ter de ser vista como CENTRO do Universo.

Quem assume o papel de centro de tudo é a própria pessoa: o Universo gira em torno de mim. O que talvez não seja uma má ideia...

Olhe mais uma vez para a foto da Terra na abertura deste post:

Faça de contas que está vendo este tipo de fotografia pela primeira vez. O primeiro satélite artificial foi lançado há pouco tempo. Até o fim dos anos 50 do século passado esta visão fantástica era impossível ser colhida.

O primeiro homem a vê-la foi o russo Gagarin que se tornou famoso com a declaração de que a Terra era azul.

Nada pode ser mais belo no universo. Do ponto de vista humano.

O único ponto de vista que pode existir já que até agora apesar de todos estes bilhões de planetas na nossa Galáxia, passando por todos os bilhões e bilhões de planetas nas outras bilhões de Galáxias afastadas da nossa Galáxia não foi detectado qualquer sinal de vida. Nem falar de vida inteligente...

Vamos supor que numa outra Galáxia, ou na “nossa” mesmo, pudesse haver alguém pensando em buscar sinais de vida no imenso Universo visível a cada noite. E que esta pessoa tivesse criado, construído e operado um sistema de comunicação de potência quase que infinita e transmitisse sua mensagem apontando diretamente para a nossa Terra.

Se fizesse esta transmissão de um planeta nas imediações da estrela Próxima que está a apenas 4 anos luz da Terra ( e que não tem qualquer evidência de ter planetas próximos) a mensagem só nos chegaria 4 anos depois. Se disséssemos diante da mensagem que a recebemos seriam necessários outros 4 anos para completar um diálogo tão simples quanto :

- Alô !
- Quem fala!

E já teriam passado mais de 8 anos .

Imagine quando as distâncias estão na faixa dos 1000 anos luz, ou dos bilhões de anos luz?

Podemos viajar em velocidades maiores do que a da luz? Einstein iria rir de nós, mas a cada dia parece que isto possa acontecer. E se de fato pudéssemos viajar duas vezes mais rápido do que a luz?

Em vez de 4 anos a viagem entre a Terra e a estrela próxima necessitaria de dois anos...

Ao invés de 1 000 anos apenas 500 anos...

Detalhe relevante nesta altura do texto: este tipo de especulação por mais fantasiosa que seja só pode ser feita na nossa Terra por gente como você e eu.

Não é possível uma avaliação feita por bactérias - que são a forma de vida mais numerosa no nosso planeta - , nem avaliações feitas por árvores, golfinhos, macacos nem qualquer outro elemento vivo.

Só nós temos condições de avaliar e entender o que vemos na imagem da Terra ou em qualquer imagem especulativa.

Sobre alimentação ou reprodução, só a realidade tangível leva outras espécies a agir. A informação escrita, ou ilustrada sobre aquela realidade não leva um cachorro a imaginar um osso. Para ele só o osso mesmo interessa...

Na foto da Terra não vemos homens, nem animais, nem vegetais. O que vemos em belas cores é uma Terra azul em que a camada de atmosfera que nos permite viver e respirar se apresenta como um manto brilhante e cheio de nuvens até a uns 30 ou 40 quilômetros acima da superfície. Algo que só se percebe quando se está bem perto da Terra.

Vemos mares e oceanos em tantos lugares que seria até justificada a mudança do nome do planeta para Água já que ao olhar para ele o que se vê é muita água. Apenas um terço da superfície da Terra é de terra!

Em alguns pontos da Terra, mesmo em fotos de altas altitudes , vemos fumaça de vulcões e sinais de rios de lavas escorrendo por encostas de montanhas indicando que sob a superfície habitável pelas espécies vivas há uma grande massa ígnea.

Se esta massa fosse tomada em consideração pela extensão e pela presença sob as terras e sob os mares o planeta devia chamar-se de “Lava”. Lava encoberta, fora da visão direta, mas lava de qualquer jeito.

Não há lugar na Terra (ou na Água) em que se perfurarmos o solo não nos deparemos com uma massa ígnea líquida em busca de uma oportunidade para chegar à superfície.

No entanto , mesmo com esta presença global, há na Terra um outro elemento infinitamente mais importante e que por ser único supera a todos os outros para justificar o nome mais correto para o nosso planetinha:

Vida.

Na Wikipédia há uma curta definição de vida:

A vida (do latim vita)] é um conceito muito amplo e admite diversas definições.

Pode-se referir ao processo em curso do qual os seres vivos são uma parte; ao espaço de tempo entre a concepção e a morte de um organismo a condição de uma entidade que nasceu e ainda não morreu; e aquilo que faz com que um ser vivo esteja vivo.

Metafisicamente, a vida é um processo contínuo de relacionamentos]


Vida abrange todas as formas de vida. Desde a sujeira que “aparece” no lixo às algas espalhadas por todos os mares gerando a maior parte do oxigênio da nossa atmosfera.

Vida também está nas bactérias que fazem de nós (seres humanos) bem sucedidas colônias com bilhões delas. Agora mesmo são alguns bilhões destas bactérias que estão possibilitando a absorção do café da manhã que tomei há poucos minutos.

As bactérias não apenas estão em nós. As bactérias têm em nós as mais bem sucedidas de suas colônias. Se um cientista de ficção decidisse fabricar um homem, usando uma receita como a de um bolo, teria de incluir nela de saída bilhões de bactérias para acrescentar na hora certa.

Sem bactérias não há vida. Humana, animal ou vegetal. A bactéria é a vida em constante evolução, indo além da morte de seus hospedeiros. Morre o hospedeiro e elas tratam de buscar outros hospedeiros sem chorar a perda.

Por isto, num simples ser humano, temos uma síntese criteriosamente organizada de todo o Universo.

Ao examinar nos detalhes mínimos um homem podemos entender o Universo nele residente.

É incrível como Protágoras 400 anos antes de Cristo chegou a uma conclusão semelhante.

Ele se tornou marcante ao dizer que O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são."


E em cada ser humano do gênio do bem ao pior escroque encontramos a massa mais sofisticada de matéria viva, o único local em que o universo em toda a sua grandiosidade se manifesta do nascimento à morte: o nosso cérebro.

Não foi sem razão que na Bíblia a descoberta da razão – que por uma série de motivos que não veem ao caso – houve um pecado original, representado por Eva e pela serpente maldosa.

A punição por este pecado foi a punição divina de expulsar Adão e Eva do paraíso.

Não foi a maçã. O grande pecado – o tabu - foi a consciência da dúvida contínua e da vontade irresistível de esclarecê-la sem parar que nos tirou do paraíso e nos colocou diante dos desafios do Universo. O grande Universo sem começo nem fim.

Há mais de 2500 anos outro filósofo, Thales de Mileto, reconhecido como um sábio foi confrontado pelos sofistas, um grupo de pessoas dedicada a questionar todas as verdades, para que ele – Thales – do alto da sua sabedoria respondesse 9 perguntas que se seguem:

Ficou registrada a "entrevista" de um sofista que desejava confundi-lo com perguntas para as quais todos tinham uma tendência de enrolar o entrevistador.

Veja a seguir as respostas de Tales - de pronto sem tempo para pensar mais - às perguntas do indigitado sofista:

1 - Qual é a coisa mais antiga?
- Deus, porque sempre tem existido.


Comentário do Almanaque: Notar que Thales não falou em deuses, mas em Deus dando a ele uma dimensão universal bem mais sofisticada do que as belas histórias relacionadas com os deuses do Olimpo, todos eles representantes dos homens e de suas reações;

2 - Qual é a coisa mais formosa?
- O Universo, porque é obra de Deus.


Ao olharmos para o céu à noite compartilhamos com Thales a mesma visão que ele tinha há 2500 anos. O pouco que podia ser visto limitava-se (e limita-se hoje) a uns 6 000 pontos de luz. Ao dar atenção ao que via Thales teve uma precisa percepção do que era o Universo. Sem usar para isto qualquer instrumento .


3 - Qual é a maior de todas as coisas?
- O Espaço, porque contém todo o Criador.


Thales teve a certeza de que o Espaço visto por ele era tudo o que podia existir.


4 - Qual é a coisa mais constante?
- A esperança, porque permanece no homem depois que ele haja perdido tudo o mais.


Humanamente Thales abordou a grande força que promove a melhoria da vida e impulsiona as pessoas para buscar o que lhes desafia todos os dias.


5 - Qual é a melhor de todas as coisas?
- A Virtude, porque sem ela não existe nada de bom.


A virtude, não as virtudes. A virtude é única e abrangente, não comporta exceções ou análises de caso a caso. A virtude só existe quando é integral.


6 - Qual é a coisa mais rápida de todas as coisas?
- O Pensamento, porque em menos de um minuto pode voar até o final do Universo.


Estamos nos dois neste Almanaque nos aventurando a pontos tão remotos do Universo cuja distância podia ser suspeitada por Thales, mas ele sabia que a única forma de explorar o que havia no Universo era pensamento sem nem precisar imaginar e medir a velocidade da luz. O pensamento era mais veloz.


7 - Qual é a mais forte de todas as coisas?
- A Necessidade, porque faz com que o homem enfrente todos os perigos da vida.


O repto e a réplica o mecanismo que promoveu todas as mudanças no gênero humano foi definido em poucas palavras por Thales, antecipando toda a história do mundo futuro.

8 - Qual é a mais fácil de todas as coisas?
- Dar conselhos


Em Mileto, hoje na Turquia e na Grécia onde tantas pessoas inteligentes se reuniam e debatiam todos os remas dar conselhos absolutamente adequados era uma atividade de todos. E que gerou todo um vocabulário que varou os milênios e será usado por nós para sempre.

Na 9ª pergunta Tales demonstrou mais do que nas outras oito o seu entendimento do que era, e seria o homem enquanto existisse:

9 - Qual é a mais difícil de todas as coisas?
- Conhecer a si mesmo.


A mente dos seres humanos e as suas interações com as mentes dos outros seres humanos é o maior desafio com que nos deparamos. Somos limitados por esta dúvida e incentivados por ela todos os dias de nossas vidas.


E NÓS DIANTE DO MUNDO E DE NOSSOS VOTOS DE SUCESSO EM 2013?

Mais de dois milênios depois de Thales ter dado estas respostas a sua verdade se torna tão apurada como o melhor vinho que pudesse sobreviver por milênios em suas garrafas.

Daí o fascínio de nos depararmos com um pensador como Issac Asimov.

Tudo o que sabemos, e o Asimov nos informa , derivou de uma particularidade humana –também presente em outras espécies – mas que em nós supera todas as demais: a curiosidade para saber o que há no mundo que não está diante de nós.

Por quê o sol nasce e por quê o sol se põe? O que é o tempo? O que nos faz saudáveis? Como dizer as coisas para pessoas que não estão alcance de nossa voz? Como explicar tudo o que existe? Ou possa existir?


Chegamos a Deus antes de descobrirmos exatamente o que era a Terra em que estávamos vivendo. Descobrimos a Lua e o Sol – o que eram e qual a sua função – antes de estabelecermos uma “justa” ocupação dos territórios das várias partes do planeta.

Descobrimos a inteligência antes de estabelecermos regulamentos (Leis) que impedissem o domínio absoluto de uns sobre outros.

Outra noção tão antiga quanto a humanidade e registrada por todas as civilizações é a do pecado.

Pecados são os atos , as omissões, os pensamentos e as palavras que se contrapõem ao bem estar e ao progresso do gênero humano. Dos pecados derivaram as Leis civis e das Leis derivaram as sociedades humanas.

Desde das tribos que ainda hoje não forjam os metais em suas aldeias nas selvas brasileiras até os professores doutores das mais afamadas Universidades do mundo.

Tabus são os pecados máximos. E existência de tabus em todas as sociedades humanas independentes entre si nos revela a sua adequação e sua validade milenar.

Os votos de felicidades e de sucesso permutados pelas pessoas no fim do ano são algo como o oposto aos tabus: são as bondades compartilhadas, são parte do esforço em prol da harmonia dos homens com o seu ambiente.

Mas, nos dois vamos concordar agora em alguns fatos essenciais.

1. Nós seres humanos, embora insignificantes em relação à massa da Terra, somos a mais elaborada criação da natureza, qualquer que seja a natureza.

2. Sempre para valorizarmos o bem será necessário haver o mal. Deus perde grande parte de seu sentido se não existisse o Demônio. O bem só é o bem por ser o oposto do mal.

3. Todas as coisas acontecem como resultantes de forças as mais contraditórias. A realidade é a resultante tangível diante de cada pessoa. Os objetivos iniciais de cada pessoa tornam-se realidades exatamente como devem ser pois a Vida não é isolada, ela se faz por uma sucessão de relacionamentos.

4. A Terra é esférica, o Universo a nossa volta é infinito jamais podemos ter uma visão preestabelecida em relação a coisa alguma. Devemos ouvir e reagir em função do que ouvimos, vemos, sentimos, prevemos para que a nossa resultante não seja viciada.

5. Somente 15% em média das pessoas faz isto e toma decisões. Mas estas pessoas pulverizadas pelo mundo são exatamente as pessoas que promovem o progresso. Gente assim também são os maiores vilões da humanidade, mas ao fim de um certo tempo (tempo certo) a sua vilania se consome e a resultante disto é sempre melhor para os demais seres humanos.

6. A liberdade individual é dentre as virtudes a mais preciosa. É obtida através de relacionamentos pessoais, relacionamento com escolas, com professores, com políticos, com os familiares mas só será verdadeiramente positivo se o sentido da liberdade estiver o tempo todo ativo e atento comandando as nossas reações.

7. A Vida é criação maior e a vida inteligente é o clube mais valorizado que poderia haver. Desde que você concorde com esta ideia. Pense que um carrinho de mão cheio de pedras só se transforma num carrinho de mão cheio de diamantes se você souber como fazer isto. O risco de usar aquelas pedras como entulho só pode ser superado pela nossa atenção constante.

Agora, sim. Felizes anos novos!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013 chega carregado de esperança. Melhor do que nunca!!!


Todos nós vivemos hoje com as nossas esperanças no futuro.
O fato é que não existe futuro, quando ele ocorre é presente!
Vivamos as melhores esperanças futuras como se fossem o nosso presente.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Nós - a turma do marketing - vivemos de fazer previsões e de buscar as suas confirmações na REALIDADE!!!


O ponto de interrogação foi a maior invenção gráfica. Somente quando o usamos podemos chegar a alguma conclusão.

Niels Bohr,disse um dia que "Previsões são muito difíceis, especialmente sobre o futuro..."

A frase é tão boa que para mim durante muito tempo parecia ser da autoria de Mark Twain, fazendo sarcasmo. Nunca poderia pensar no Bohr que era físico, mergulhado no estudo da física quântica que embora demonstrando o seu bom humor, falou com muita seriedade sobre esta questão de futuro.

Qualquer coisa que façamos ou empreendamos é uma atitude no presente que se projeta num futuro que antecipamos e que nos deverá ser favorável.


Fazer previsões é uma obsessão humana há milhares de anos. E as pessoas que fizeram previsões que se tornaram realidades ficaram para a História como sábios.

Os que erraram foram (ou serão) pouco a pouco deixados de lado.

Tales de Mileto, há 2600 anos, previu o primeiro eclipse solar para o dia seguinte, em 542 a.C. E como o eclipse ocorreu ganhou fama e prestígio e o primeiro lugar na lista dos 7 sábios da Grécia. E Tales pôde fazer muito mais, apoiado na fama de grande previsor e grande expositor de suas previsões.

Disse que a próxima safra de azeitonas seria um recorde, tratou de alugar todas as prensas de azeite da região e durante a safra a todo o azeite da região foi prensado pelo previsor que ia além das palavras.

No próximo dia 22 ou 23 de dezembro de acordo com os precisos matemáticos e astrônomos maias há a previsão de que o nosso mundo irá acabar.

Poucos acreditam nesta catástrofe, mas mesmo assim há milhares que estão preparados para enfrentar o anunciado fim do mundo.

EM QUE PREVISÕES SOBRE O SEU FUTURO VOCÈ TEM ACREDITADO?

Você poderia imaginar que a previsão de Stefan Zweig que nos anos 30 disse que o Brasil seria o país do futuro poderia estar se configurando agora em 2012?

O Domenico de Massi, que esteve no Brasil nos últimos dias, defendeu numa palestra na ESPM a que assisti que a maneira de ser do Brasil é o melhor exemplo a ser seguido - ou invejado - por todos os países do mundo.

Comparou o Brasil com "o resto do mundo" e nós nos saímos melhor (muito melhor) do que todos os demais. Tipo de "previsão" entusiasmante.

Uma sacanagem que fazem com os economistas dedicados a fazer previsões sobre os mercados é dizer que tanto eles quanto os meteorologistas se dedicam a fazer previsões sobre situações que podem ser sempre alteradas sem que nenhuma licença tenha de ser pedida a quem quer que seja.

E aí vem a sacanagem: Só que os meteorologistas podem sempre olhar pela janela...

E ver o que pode acontecer num futuro próximo, simplesmente olhando pela janela, quase ninguém pode fazer.

Há poucos meses houve uma infestação de lojas que vendiam sorvetes de iogurte. Todos acreditavam no sucesso de seu empreendimento. Em 2012 poucas destas lojas novas permaneceram abertas.

E como as iogurterias quantas outras atividades têm passado pelo mesmo processo?

Grande magazines históricos no Brasil foram à falência, grandes lideranças empresariais caíram do paraíso em que viviam substituídos por novos gênios de plantão que deveriam ter como UNICA CERTEZA que os tempos mudam sem qualquer compromisso com os sucessos passados do mesmo empreendedor.

Neste mundo mutante gente também muda radicalmente para entusiasmo de alguns seguidores de sua fase beta e imensa decepção dos "companheiros" de primeira hora que vêem o bom tempo cobrir-se de nuvens negras que só eles percebem.

Um dos primeiros presidentes de nossa república cunhou a frase "Confiar, desconfiando", que se fosse seguida talvez tornasse a vida menos prazerosa - pois a desconfiança tende a diminuir o entusiasmo seja pelo que for - mas ao desconfiarmos teríamos escapado das últimas grandes decepções que sofremos como povo.

O confiar, desconfiando por isto mesmo serve para tudo. Do marketing ao mercado. E com grande destaque para gente também.

Protágoras disse há alguns milênios de forma intrigante até hoje - e que poderá levar você a pensar por um bom tempo:

O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são."

sábado, 1 de dezembro de 2012

Vamos criar uma editoria de EVOLUÇÃO e termos Darwin como patrono?







Todo mundo fala sobre o tempo, mas ninguém faz nada à respeito - é uma frase de Mark Twain gozando a nossa tendência de discutimos muito e fazermos pouco. A proposta hoje é a criarmos uma editoria de EVOLUÇÃO e darmos a ela Darwin como patrono.

Se a existência mais do que comprovada que há vida na Terra - dê um beliscão no seu braço e veja como esta afirmação é um axioma, que dispensa ser provado - não custa nada dedicar um pouco de sua atenção à evolução das espécies.

O Irving Stone tem um livro "The Origin" dedicado ao Charles Darwin suas vida, suas curiosidades, suas pesquisas em volta ao mundo no "Beagle", suas descobertas, os ataques que sofreu e as consequências de seus achados.

O Darwin, ainda na faixa dos 20 anos, levantou um vespeiro quando entendeu e escreveu que as espécies na Terra passavam por um processo de evolução contínua há milhões de anos.

E o grande choque: que nós homens e os primatas macacos éramos no mínimo "primos" produtos da evolução de antepassados comuns.

E ele ainda não sabia de nada sobre DNA, e nem podia saber que entre os macacos e nós há poucos genes diferentes. O mundo caiu na cabeça dele que era sempre representado pelos caricaturistas como uma mistura de homem e macaco.

Darwin sofreu o mesmo que Kepler, Copérnico e Galileu - trezentos anos antes - quando comprovaram e escreveram que a terra não era o centro do universo, e muito menos do sistema solar. E revelarem que afinal de contas o nosso planetinha não era esta coisa toda.

Num dia você dorme com a certeza de estar no centro da criação, com estrelas e planetas girando em torno da sua "casa" e no outro você se depara com a "verdade" do planetinha menor girando em torno de uma estrela menor num sistema planetário menor.

Esta hipótese já havia sido esboçada pelos filósofos gregos - que só eram chamados de filósofos porque a palavra cientista só seria criada no século XIX - que por alguma força misteriosa chegaram até ao medir a sombra de uma vareta ao meio dia em Alexandria e em Atenas constataram que o sol só podia projetar sombras diferentes porque a superfície da terra era esférica.

E calcularam com poucos quilômetros de erro exatamente o tamanho da Terra, que ficou registrado e esquecido por alguns séculos.

Na Grécia antiga era muito mais interessante imaginar que o sol nascia todos os dias e era puxado numa carruagem de fogo em torno da Terra para o nosso prazer e desfrute, desde que os deuses de Júpiter a Hélio não fossem desrespeitados, etc.

No fim da Idade Média e no início da Renascença caímos do céu e nos vimos enfiados com os pés na lama da Terra, e tendo de refazer todo o nosso raciocínio da relação com Deus.Um choque muito maior talvez do que se aparecesse por aqui um extraterrestre ao vivo e a cores falando - e o pior - mandando que fizéssemos isto ou aquilo.

A maior descoberta desta revolução foi que não mais seria possível fixar limites para os pontos de interrogação surgidos em nosso cérebro.

Pensar, como ficou provado, dói e pode doer muito mais, para desassossego dos que dedicam as suas vidas a cumprir rotinas inteiramente previsíveis e sem espaço para olhar para os lados.

Novelas de televisão promovem este incomensurável prazer para milhões e milhões de pessoas que durante meses, durante algumas horas vivem intensamente as vidas de personagens incorporados às suas próprias vidas.

As pessoas desprendem-se de seu habitats familiares e mergulham intensamente nas vidas de outras pessoas, ganhando mais vida em suas vidas, quase vivendo a vida deles as sutilezas de suas interações com outras pessoas.

E isto é muito bom, pois novos hábitos (bons e maus) se incorporam às vidas monótonas a que estariam boa parte destes milhões condenados até o último suspiro.

A filosofia, a ciência e a religião ocupando a mente de milhares de pessoas têm mudado o mundo e a maneira da humanidade se comportar em sociedade num ritmo alucinante nos últimos anos.

Se antes isto era obtido apenas em escolas, universidades, seminários por meio de livros hoje se tornou também possível pelos novos meios de comunicação.

Passe por uma banca de jornais e veja o que há para ver no mundo.



Os editores vivem da atenção que despertam em possíveis compradores ao abordar os temas pelos quais cada um deles mais se interessa.

Se existissem bancas de jornais ao longo de todos os milênios da evolução humana e estas bancas fossem de tempos em tempos recobertas por lavas "preservadoras" das sociedades por elas recobertas (como é o caso único de Pompéia conservada pelas cinzas do Vesúvio em benefício da nossa curiosidade histórica)não haveria muito espaço para as dúvidas criadas e vividas pelos pesquisadores de hoje.

Tudo isto, que seja bem entendido, num faz de conta livre e como todos faz de conta impossível como os inventados por Monteiro Lobato no Sítio do Pica-pau Amarelo.

Teria de ter existido a imprensa, a liberdade de imprensa, e a reunião das publicações periódicas em lugares certos - bancas, banquinhas e bancôes em condição de serem recobertos pelas cinzas congelando aquele momento da história.

Vamos sair das bancas históricas e chegar às nossas.

Não há assunto que possa interessar a alguém que não esteja "coberto" por alguma publicação.

Vou chegar à Internet mais adiante, pois a abrangência infinita da Internet existiu a partir das abrangências localizadas durante mais de um século apenas nas bancas de jornais da Terra.

OHH REI DO NARIZ DE CERA ONDE ENTRA A EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES NESTA HISTÓRIA???


Aqui.

Sinta-se num grande restaurante em que são oferecidas todas as refeições do mundo.

Você vai ter de passar muito tempo percorrendo as páginas e mais páginas tendo de deixar de lado apenas as que despertam mais o seu apetite. Você vai ter de olhar os mais de 2 000 títulos que existem em média em todas as bancas.

Desde as revistas de notícia que oferecem a história em fatias temperadas pelos redatores até as revistas de celebridades onde você - juiz neutro e independente - vai entender o que torna uma pessoa uma celebridade cujos hábitos precisem ser compartilhados com todos está tudo lá a seu alcance.

Há as revistas ideológicas, religiosas, as que cobrem a filosofia, a psicologia , a história , as religiões mais diversas, as publicações sobre sexo, sobre reprodução, sobre educação, sobre viagens e entretenimento.

O que pode ser mostrado sobre viagens em veleiros em viagens em volta do mundo que interessem a quem faz estas viagens e aos zilhões de outros que querem apenas saber o que possa ocorrer nestas viagens?

A banca de jornais é o lugar onde, em poucas páginas, o mundinho do que você sabe se confronta com o mundo infinito do que você não sabe. Mas, que no entanto você pode saber.

Pode saber porque os jornalistas por definição em suas publicações dedicam-se a explicar todos os temas na medida de seus méritos para quer qualquer comprador entenda o que ali está publicado.

A banca não é a biblioteca nacional , nem muito menos a biblioteca do congresso dos Estados Unidos onde teoricamente estão conservadas todas as publicações sobre todos os temas. E naturalmente para chegar a lê-las seria preciso que cada leitor tivesse passado no vestibular do assunto abordado pelos livros.

Ler um livro sobre física quântica requer saber tudo sobre física, para poder entender como a física quântica desmonta o que você sabe e se presta a preparar uma revolução tipo terra centro do universo na sua cabeça.

Ler sobre física quântica numa revista comprada numa banca permite a você pelo menos se dar conta das dimensões da sua ignorância.

E o Darwin?

Ainda com vinte e poucos anos o Darwin conseguiu lugar num navio da marinha britânica para verificar in loco como as novas descobertas de fósseis e das várias eras geológicas estariam diretamente ligadas à nossa própria especie e como as espécies vivas existentes podiam estar relacionadas a todas as especies que as precederam.

Por suas origens religiosas Darwin deveria acreditar na versão das bíblias dos judeus e dos cristãos de que o mundo havias se iniciado por volta de 5 mil anos antes de Cristo com toda natureza formada (bichos, árvores e gente) sendo que nós homens tínhamos o privilégio de termos sido criados à imagem e semelhança de Deus.

O Deus da Bíblia criou todo o mundo, mares, terras, e as estrelas do universo na mesma ocasião, ao longo de sete dias.

Desde Darwin e sua Origem das Espécies aconteceram coisas notáveis e surpreendentes. Criamos a civilização tal como a vemos reproduzida com nuances próprias em todos os cantos da Terra.

Viajamos ao espaço, inventamos medicamentos, descobrimos o que está por dentro dos átomos e mergulhamos em corpos celestes situados a milhões de anos luz da Terra.

Crescemos e nos multipicxamos até chegar a 7 bilhçoes de pessoas como nós.

MAS, DO MESMO MODO QUE VOCÊ NÃO PERCEBE QUE É A TERRA QUE GIRA EM TORNO DE SEU EIXO A CADA 24 HORAS, FAZENDO O SOL NASCER E SE POR A CADA DIA, VOCÊ NÃO PERCEBE QUALQUER EVOLUÇÃO DA NOSSA ESPÉCIE.

OU PERCEBE?

Se fosse colocado em julgamento este tema pela Internet com uma pergunta como :

Você acha que a humanidade está evoluindo ou regredindo? Sim ou Não

É quase certo que a voz da maioria seria pela involução da nossa espécie.

Os argumentos em favor das falhas humanas estão todos os dias no noticiário, assim como os motivos da evolução também estão.

Há um antigo ensinamento dos jornalistas que em português diz: Boas Notícias são Não Notícias , ou em inglês "Good news are no news!"

Seu problema e o meu problema: nós não podemos ver a Terra como um lugar distante com o qual não temos qualquer relação mais próxima.

A Terra em que a nossa espécie deveria seguir a teoria da evolução do Darwin é a ÚNICA que nós temos.

Portanto - diante desta evidência que torna todas as teorias como coisas menores - cabe a nós cuidar da observação cuidadosa da nossa evolução.

Em primeiro lugar da nossa própria e pessoal evolução, sob todos os pontos de vista.

Cuidadosamente registrada. Em seguida da evolução de nossa cidade, de nossa região, de nosso meio ambiente.

Mais adiante de nosso país e dos outros países.

Nos jornais há editorias para uma infinidade de temas, dos esportes passando passandom pela economia e tendo na política o foco principal dos editores.

Vou procurar criar no Almanaque a editoria da Evolução e ver se conseguiremos juntos dar vida a ela.

Você topa?