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quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Para pensar um pouco mais como esta história de campos está afetando sua vida AGORA
É assustador pensar como nós que nos achamos donos da Terra dependemos dos campos que a cercam todo o tempo
Quando se faz um exame de paternidade pelo DNA qualquer célula da pessoa investigada serve.
Pode ser o miolo de um osso, a saliva deixada numa xícara, um pedacinho de tecido do coração. Em qualquer lugar de um corpo humano, não interessa quê parte seja, o DNA é rigorosamente igual ao retirado em qualquer outra parte do mesmo corpo.
Nós, em função de nosso DNA temos certas vantagens fisiológicas.
Se nos cortamos, e deixamos fechar a ferida,e em alguns dias o corte cicatriza e se você tiver sorte um ano depois não haverá no local nem a marca do corte.
Há nesta historinha a narração de um milagre que por ser compartilhado por todo mundo, todos os dias, ninguém dá bola.
Quer ver?
A recuperação do corte se faz com uma “ordem” interna para que novas células da parte do corpo cortada se formem na ferida e reconstruam o que existia antes exatamente como as células que foram cortadas.
Se o corte foi num dedo as células recuperadas são as do dedo. Uma impressão digital – única para todos nós – irá se refazer como era antes do corte.
Ali não se irão juntar, por exemplo, células do olho, ou do ouvido, ou do fígado. A recuperação será com células do dedo, com a precisão que nenhum cirurgião plástico poderia conseguir.
A recuperação vem de dentro gerada por nosso campo que não vemos, mas suspeitamos que exista.
Assim como ocorre com um lagarto que tenha perdido o rabo. Se deixarmos o lagarto em paz, em poucas semanas um rabo novo, igualzinho ao que ele perdeu, estará no lugar.
O comando da nossa cicatrização e o comando para nascer um novo rabo no lagarto é o mesmo: campos de força melhor explorados nos próximos parágrafos.
Convido você para sairmos destes aspectos zoológicos , vamos a uma área sobre-humana.
Vivemos na Terra de que todos somos dependentes em tudo. Nos assustamos ocasionalmente com os “ humores “ de nosso planeta e é sobre estes humores que vamos especular um pouco...
Apanhe uma bússola de camelô de 3 reais e a coloque diante de você.
Se achar que a bússola de camelô é incompatível com a sua sofisticação tecnológica use uma bússola eletrônica de 1000 reais que poderia estar instalada no painel do mais luxuoso iate.
Ponha uma ao lado da outra e você será informado que o norte em ambas fica exatamente na mesma direção.
Atenção: o lugar do norte apontado pela bússola NÃO É o lugar onde fica o Polo Norte.
As bússolas indicam o polo norte MAGNÉTICO.
Um ponto que tem-se deslocado ao longo dos anos, na base de 10 quilômetros por ano em direção à Sibéria e ultimamente na base 40 quilômetros por ano.
Por isto as cartas náuticas têm a indicação destes deslocamentos para que os navios não se dirijam para lugares imprecisos . Embora estes deslocamentos de 10 quilômetros não mudem muita coisa a ignorância de sua existência tornaria toda a navegação imprecisa.
Com o GPS no carro localizando até a estradinha que nem está no mapa ou com o GPS instalado num petroleiro esta questão do norte magnético se tornou cada vez menos importante.
Mas – quem sabe? – esta história possa ser infinitamente mais importante do que imaginamos...
A força que promove e promoveu o sucesso da bússola desde que os chineses a inventaram está na capacidade de alinhar a agulha com o campo magnético da terra.
Mergulhe no mais profundo túnel de uma mina, puxe a sua bússola do bolso e ela sem se perturbar vai informar onde está o norte da sala escura em que você se meteu.
A Terra é um bolão de lava incandescente cheia de ferro em estado líquido que nos permite viver na sua superfície pois ao longo de uns bilhões de anos esfriou e se tornou rija, fértil em muitos lugares.
Há lugares onde você, mesmo sendo completamente alienado destes aspectos terrestres , em que vulcões soltam fumaça e tornam a vida impossível em suas encostas.
De vez em quando explodem destruindo tudo a sua volta.
É bom lembrar que se você com todo o empenho e dinheiro que possa arrecadar dedicar-se a cavar o chão aos seus pés onde você esteja (na praia de Copacabana, por exemplo) , quando chegar a uns 40 quilômetros de profundidade estará mergulhado em lava vulcânica como já vimos em uma porção de filmes sobre erupções apavorantes.
No Brasil não temos um único vulcão ativo nem registro de terremotos provocados pelo deslocamento de placas da terra sobre este mar de lavas que está por baixo de nossos pés.
O fato de não haver nem vulcões nem terremotos no Brasil não quer dizer que não temos um problema abaixo de nossos pés, não é?
Todo este recheio sob a forma de lava da Terra produz o campo magnético que é detetado pela agulha da bússola e aponta o polo norte magnético.
Mas nem sempre foi assim.
Há 780 000 anos, se você e as suas bússolas estivessem por aqui iria levar um susto quando fosse procurar o norte: a bússola estaria apontando para o Sul.
Você estaria testemunhando a inversão de Brunhes–Matuyama, a última inversão dos polos , um episódio que tempos em tempos ocorre na Terra.
Esta inversão dos polos tem ocorrido centenas de vezes na história do planeta.
Nós só sabemos que ocorreram através de indícios no alinhamento magnético existente nas rochas formadas quando as inversões dos polos ocorreram .
Como sabemos as idades das rochas e de suas mutações podemos dizer com absoluta precisão que os polos estão cansados de mudar de lado.
Como há 780 000 anos não havia raça humana inteligente, Ou mais inteligente, os nossos antepassados talvez não tenham percebido a inversão dos polos.
Mas, talvez tenham passado por mutações que também foram incapazes de entender.
O nosso escudo magnético que é demonstrado pela existência do polo norte apontado pela bússola também tem um superpoder: impede que os raios cósmicos intensos como radiação de aparelhos de raio x descontrolados atinjam a superfície da terra como os raios de luz do sol atingem todos os dias.
Como já existiam hominídeos há 780 000 anos e nós ficamos aqui para contar estas histórias é pouco provável que no período de inversão de polos a Terra desprotegida de seu escudo magnético vá permitir a liquidação da vida por excesso de radiação enquanto os polos ficam indefinidos.
A proximidade da inversão, com as medições do campo magnético perdendo a sua potência vai tocar um grande terror.
Se hoje já há pessoas apavoradas com o buraco na camada de ozônio imagine se perdermos o grande campo magnético que impede o bombardeio contínuo de raios cósmicos sobre a Terra?
Deveríamos buscar refúgio na caverna mais profunda e ficarmos por lá por algumas centenas de anos até obtermos um novo campo magnético em torno da Terra.
Grande pavor, causado não por algum objeto, alguma matéria, algum extraterrestre.
Todo este descontrole em função de um campo magnético que decidiu mudar de lado, sem que até hoje, se possa definir um motivo justo para isto.
Esta mudança do polo magnético já foi identificada há pelo menos 200 anos e ao longo destes anos nenhum cientista concluiu porque esta mudança estaria ocorrendo.
Daí o papel importante – vital – de entendermos um pouco mais esta questão de campos.
Somos prisioneiros e somos consequência dos campos mais diversos na Terra, mas entendemos muito pouco sobre eles.
Os chineses que estudam a terra com afinco há milhares de anos têm especialistas na análise dos pontos de força da terra.
Vindos de séculos de conhecimento que dificilmente pode ser considerado científico eles atribuem os problemas na superfície da Terra à ação dos dragões.
São fascinados pelos dragões, bicho que soltava fogo pelas ventas e estão em todos os lugares exigindo muito respeito das demais espécies.
Vi em Hong Kong um grande edifício residencial na Península, sua área mais nobre e mais cara, com uma grande janela de uns 6 andares de altura transpassando toda a largura do prédio para permitir que os dragões residentes nos morros por trás dele pudessem ver e acessar as águas da baía abaixo sem a obstrução danosa da construção humana.
Curiosidade chinesa?
Vá ser curioso gastando menos dinheiro.
Os apartamentos ali construídos são os mais caros da China (comprados em sua maioria pelos novos milionários e bilionários da antiga China) cuja ausência em tantos andares reduziu bastante a área construída .
O dinheiro não recebido por aqueles metros quadrados foi largamente recuperado pelos que tinham a certeza de estarem em paz com os dragões e as forças não vistas das energias da Terra.
O que fazer?
Preste mais atenção a tudo.
Há pessoas que aparentemente sugam as nossas energias com a sua simples presença.
Procure evita-las ou procure neutralizá-las.
Como? Não tenho a menor ideia.
Mas há muita gente buscando isto através de meditação, harmonização por imposição das mãos, atitude mental positiva, amor a seus próximos, atenção aos pequenos detalhes.
A mudança dos polos de lugar pode levar mais uns 100 000 anos e não teremos tempo nosso para chegar lá.
Mas, just in case, haja como se a mudança do campo fosse amanhã.
A vida, tenho a certeza , será muito mais divertida.
Aqui está uma visualização do quie será a próxima inversão dos polos
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vida na terra
Ao criar - ou aprovar - material de marketing direto pense sempre em quem vai lê-lo. NÃO EM VOCÊ!
Há a piada do cara que era absolutamente apaixonado por si próprio. Ele se achava o máximo, achava que tinha o maior estilo, considerava as suas ideias as mais brilhantes e agia coerentemente em relação a isto tudo.
Numa ocasião, depois de falar sem parar com uma bela amiga que já se revelava chateada com todos aquela conversa em que o gabola não parava um minuto para falar de si mesmo, o cara teve uma percepção e parou a sua fala.
- Já falei muito de mim... Agora é a sua vez . O que você acha de mim?
É uma sacanagem que poderia ser aplicada a muita gente conhecida, não é?
O pior é que debaixo das primeiras camadas do bom comportamento social o autoreferente vai mostrar a sua cara.
Não existe pessoa no mundo mais amada por qualquer pessoa do que a própria pessoa mesmo. E esta realidade leva a todas as boas sacadas na comunicação do marketing direto como leva também a todas as grandes bobagens do marketing direto.
A REGRA SIMPLES DO NÓS X VOCÊ
Do mesmo modo que nos irritamos quando a pessoa que fala conosco se revela absolutamente centrada em si própria, nem pergunta se eu estou bem, a mesma reação irá ocorrer numa peça de comunicação em especial naquelas criadas para conquistar a adesão, ou o investimento, ou a simpatia de quem a recebe.
Apresentamos a você o produto xyz que nossos especialistas com xxs anos de experiência e y prêmios internacionais criaram para resolver tal problema.
Muito melhor do que isto é a fórmula gozativa do pessoal do Casseta e Planeta;
- Os seus problemas acabaram !
O tempo e a atenção que será dada aquela comunicação (on line, off line, ao vivo...) está sendo trocado pela expectativa da vantagem que será obtida ao longo do envolvimento com ela.
Não estou falando da leitura. Estou falando em envolvimento algo que vai muito além da leitura.
Tudo o que deverá ser visto pelo alvo de nossa comunicação deve contribuir para demonstrar das maneiras mais diversas e sutis que está valendo a pena prestar atenção ao que aquela mensagem vai me trazer.
(Continua em novo post.)
Numa ocasião, depois de falar sem parar com uma bela amiga que já se revelava chateada com todos aquela conversa em que o gabola não parava um minuto para falar de si mesmo, o cara teve uma percepção e parou a sua fala.
- Já falei muito de mim... Agora é a sua vez . O que você acha de mim?
É uma sacanagem que poderia ser aplicada a muita gente conhecida, não é?
O pior é que debaixo das primeiras camadas do bom comportamento social o autoreferente vai mostrar a sua cara.
Não existe pessoa no mundo mais amada por qualquer pessoa do que a própria pessoa mesmo. E esta realidade leva a todas as boas sacadas na comunicação do marketing direto como leva também a todas as grandes bobagens do marketing direto.
A REGRA SIMPLES DO NÓS X VOCÊ
Do mesmo modo que nos irritamos quando a pessoa que fala conosco se revela absolutamente centrada em si própria, nem pergunta se eu estou bem, a mesma reação irá ocorrer numa peça de comunicação em especial naquelas criadas para conquistar a adesão, ou o investimento, ou a simpatia de quem a recebe.
Apresentamos a você o produto xyz que nossos especialistas com xxs anos de experiência e y prêmios internacionais criaram para resolver tal problema.
Muito melhor do que isto é a fórmula gozativa do pessoal do Casseta e Planeta;
- Os seus problemas acabaram !
O tempo e a atenção que será dada aquela comunicação (on line, off line, ao vivo...) está sendo trocado pela expectativa da vantagem que será obtida ao longo do envolvimento com ela.
Não estou falando da leitura. Estou falando em envolvimento algo que vai muito além da leitura.
Tudo o que deverá ser visto pelo alvo de nossa comunicação deve contribuir para demonstrar das maneiras mais diversas e sutis que está valendo a pena prestar atenção ao que aquela mensagem vai me trazer.
(Continua em novo post.)
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
O desafio de transformar os melhores alunos nos melhores profissionais...
Meus caminhos pelo Mundo eu mesmo faço...
Gilberto Gil
O Homem é a Medida de Todas as Coisas...
Protágoras, um pouco antes
Eu desde 1974 dou aulas. Fiz isto com prazer, à convite dos que queriam saber o que eu fazia, E me sentia muito bem fazendo aquilo. Afinal era um reconhecimento de alguém do valor das coisas que fazia como profissional.
O resultado deste esforço são milhares de ex-alunos em centenas de lugares.
Na verdade, não comecei como "professor", embora fosse chamado de professor pelos que assistiam as minhas aulas.
Sempre fui um profissional de mercado, dedicado a escrever e criar com o objetivo de convencer os que deparassem com aquela "criação" a fazer alguma coisa.
Não dei aulas continuamente, nem nas mesmas instituições, nem para os mesmos alunos.
Dei aulas para alunos na graduação, para alunos no MBA para participantes de seminários e conferências e hoje tenho uma visão mais clara dos efeitos de minhas aulas na vida dos alunos.
Será que eles obtiveram algum conhecimento que valesse o seu investimento nas salas de aula de minhas matérias?
Será que as minhas "verdades" repetidas nestas décadas permanecem no prazo de validade até hoje?
E para mim, diretamente: Será que os meus melhores alunos se tornaram os melhores profissionais? Teria sido este o objetivo deles ao cursarem as minhas matérias?
Aqui vai a minha resposta que só poderia ser dada após a passagem de muitas decadas:
Meu caminho pelo mundo eu mesmo faço,
a Bahia é que me deu
Régua e Compasso.
Quando mais pensava no que passei ou no que inspirei os alunos mais meus neurônios me faziam ouvir os versos de Gilberto Gil.
A solução - o sucesso - sempre será o trabalho individual, pessoal , íntimo de cada um ou cada uma.
Mas, a Bahia tem de existir para dar a todos a régua e compasso.
Atenção: a régua e o compasso podem ser usados magnificamente pelos alunos enquanto alunos, mas só provarão o seu valor na hora do eu mesmo faço.
Tanto esforço, tanto tempo dando aula para concluir com um versinho de Gilberto Gil!
Para mim já bastava, mas ao escrever este texto me veio à cabeça uma afirmação mais antiga que continua tão verdadeira hoje quanto quando foi formulada:
O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são."
Protágoras, um filósofo sofista é o descobridor deste conceito.
Se todos os fatos só são fatos se observados e registrados pelos homens é evidente que o homem tem de ser a medida de todas as coisas.
O bom profissional tende a ser descendente direto do bom aluno.
Mas, há um número infinito de bons profissionais que não passaram pelas escolas formais e um número infinitamente maior de alunos (bons e maus) que não se tornaram nem profissionais, nem muito menos bons profissionais.
Tudo isto, junto e separado, me leva sempre a pensar sobre a responsabilidade de ensinar e inspirar alunos. Sei que não posso ser as fonte de todos os conhecimentos que precisam ter, mas me esforço ao máximo para que tudo o que lhes passo seja bom para os alunos e não possa ser recusado pelos bons profissionais em qualquer ocasião.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Os campos (fields) podem ser o maior mistério a desvendar para que você entenda mais o que está fazendo por aqui...
Quanto mais nós vivemos mais aumenta a nossa curiosidade em relação à vida.
Está bem longe aquele momento da adolescência em que perguntas como:
1. O que somos nós mesmo?
2. O que estamos fazendo sendo seres vivos e pensantes?
3. Para onde vamos - se é que vamos - quando morremos?
4. Como podemos avaliar o que seja bom, o que seja mau sem nos atermos às conclusões congeladas dew alguma pessoa, alguma religião, algum partido político, alguma ideologia?
5. O livre arbítrio pessoal pode aspirar o posto de Supremo Tribunal Pessoal e suas decisões serem definitas?
A lista a cada dia se torna maior e nem eu, nem você fomos capazes de responder às dúvidas da juventude.
O post de hoje é um convite para você conhecer algumas coisas óbvias e outras nem tão óbvias que poderão tornar você mais capaz de entender o mundo.
Para ter acesso a esta mágicavocê vai ter de recorrer ao link enunciado mais adiante.
Se você tem certezas sobre tudo nem pense em acessar ao link que me foi repassado pela Lalá Deheinzelin. Uma repensadora que torna a REPENSE um lugar especial para se trabalhar.
Acesse a Lalá e prepare-se para um exercício de autoconhecimento .
Não falo mais aqui neste post sobre a Lalá, mas sobre o que a Lalá recomenda que façamos.
Para degustar a experiência reserve uma hora de seu tempo.
Faça de contas que está na Inglaterra assistindo uma conferência cujo acesso fosse o mais difícil e você foi convidado ou convidada .
A conferência é inglês, não tem legendas e quase não tem imagens.
Mas, não pense que vai dormir após os primeiros minutos.
Imagine que você tivesse viajado no tempo e pudesse assistir a uma palestra do Galileu, quando expos a sua visão do heliocentrismo para um auditório que até aquele momento tinha a certeza de que a terra era o centro do universo...
Não quero criar uma expectativa exagerada e levar você a me considerar aloucado e o conferencista mais um intelectual interessado em obter prestígio ao expor suas ideias diferentes.
Para absorver o que ele tem a dizer você vai precisar ir e voltar a esta palestra muitas vezes.
Cada frase merece ser repensada, espremida, degustada até que mereça um lugar na sua mente.
Grave a conferência no computador e na sua memória.
Garanto que vale muitas viagens para muitos países. Você vai desembarcar num outro planeta sem ter saído da frente de seu computador...
O link é http://video.google.com/
Boa viagem !!!
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
A ética e a estética – ou dize-me com quem andas e te direi quem és
Toda esta indagação me veio diante de mais uma série de fotos de Andressa Mendonça diante de um tribunal em Goiás.
A palavra musa me remeteu à Grécia antiga, onde aparentemente não há o que não tenha começado, e me defrontei com as palavras Ética e Estética.
Os gregos dedicaram-se a entender os homens em todos os seus aspectos.
A filosofia foi a porta aberta para o estudo e as especulações sobre tudo. Não existia o conceito de ciência que entrava na gaveta da filosofia como filosofia natural.
Saiamos da teoria e vamos dar um mergulho nas águas geladas da realidade mais de 2000 anos depois dos gregos e seus filósofos definirem a estética.
O que nos diz o Yahoo respostas;
Estética (do grego αισθητική ou aisthésis: perceber, sentir) é um ramo da filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte. Ela estuda o julgamento e as emoções estéticas, bem como as diferentes formas de arte, do trabalho artístico; ideia de obra de arte e de criação; relação entre matérias e forma nas artes; toda a realidade, de todos os seres.
Quem veja as fotos da namorada do réu Cachoeira não pode se eximir da mais profunda admiração estética em relação ao que a Andressa Mendonça projeta à sua volta.
Não é apenas bonita, linda, algo que é compartilhado por milhares de moças. Ela é masis do que isto. Ela projeta a sua beleza a seu redor, encanta e ao vivo deve fascinar os seus interlocutores.
E aí caímos na outra palavra Ética que segundo as nossas fontes é:
A ética (palavra originada diretamente do latim ethica, e indiretamente do grego ηθική, ethiké) é um ramo da filosofia, e um sub-ramo da axiologia, que estuda a natureza do que consideramos adequado e moralmente correto. Pode-se afirmar também que Ética é, portanto, uma Doutrina Filosófica que tem por objeto a Moral no tempo e no espaço, sendo o estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana.
Estamos bem distantes do tempo em que filósofos usavam o seu tempo para cogitar sobre estas coisas, mas é incrível como estas especulações venceram dois milênios para pipocarem na nossa cabeça diante da beleza da Andressa.
Pois se torna evidente que a Ética e a Estética estão bem separadas e distantes diante de mulher tão linda.
- Como uma mulher tão linda deixa o marido para envolver-se com um contraventor?
- Como revela tal desvelo por seu namorado para acompanhar depoimentos dele – à distância – em tribunais diante de todo assédio da imprensa?
- Como tem a coragem de assediar um juiz para que mediante uma aparente chantagem ele liberte o seu namorado?
- Como diante de outro juiz ela muito bem articulada (faz parte da estética) diz que usará de seu direito constitucional para permanecer calada?
O fato é que se torna impossível não buscar as razões deste conflito da Ética com a Estética na sabedoria popular também milenar:
Dize-me com quem andas e dir-te- ei quem és.
É impossível conviver com comportamento aético e permanecer ética. Por mais que isto não se enquadre na estética na sua definição inicial.
Que pena...
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Os objetivos de um estudante dedicar-se ao trivium e do quadrivium eram obter o domínio das 7 artes do homem.
Era o passo seguinte à alfabetização.
E não se conhece quem tivesse na época contestado a sabedoria do trivium e do quadrivium.
A alfabetização era mesmo o primeiro passo.
Os passos seguintes tinham de seguir um formato padrão para que o estudante se tornasse um mestre.
Foi o primeiro sinal do que viria a ser um BA, bacharel em artes.
A evolução alguns séculos depois dos conhecimentos do trivium e quadrivium.
Só depois de ser um BA é que as pessoas deveriam buscar conhecimentos técnicos como a arquitetura ou a medicina. Ou, na Idade Média, a conhecimentos mais sofisticados como filosofia e teologia.
Entender os homens e os deuses era indicação de sabedoria mais abrangente, e sempre mais valorizada.
Era consenso em todas as Universidades da Idade Média que para dar qualquer passo adiante o conhecimento prévio das 7 artes era obrigatório.
Só daí em diante havia sentido em buscar um novo conhecimento “técnico”. Mesmo que fossem atividades tão importantes quanto a medicina, engenharia ou arquitetura.
O trivium e o quadrivium eram o alicerce – assim como o latim era a língua – para que alguém deixasse de ser um ignorante e pudesse se tornar uma pessoa de saber respeitável.
A evolução do trivium e do quadrivium viria a ser o conjunto de conhecimentos transferido aos jovens de hoje em dia desde os primeiros estudos até completar o curso médio.
Seria um curso secundário mais do que completo que teria a finalidade de preparar jovens para se tornarem os profissionais “técnicos” da atualidade, desde os mais geniais aos menos dotados.
No entanto, dois dos mais bem sucedidos novos gênios, Bill Gates e Steve Jobs não
completaram seus cursos universitários.
Chegaram aonde chegaram por seus próprios gênios e pela formação que tiveram nos seus cursos secundários e pela vida em suas famílias.
Foi aí que eles encontraram o caldo de cultura necessário para inventarem ou criarem as suas empresas.
No que eles estavam certos e no que todos os demais erraram?
Como já vimos no primeiro post sobre este tema o quadrivium era composto pela aritmética (a teoria do número); pela música (a aplicação da teoria do número),pela geometria (a teoria do espaço) e pela astronomia (a aplicação da teoria do espaço).
Chegava ao quadrivium o estudante que demonstrasse o seu domínio da Gramática, da Lógica e da Retórica.
Eles precisavam ser aprovados no trivium, no domínio da palavra, para terem acesso às sutilezas do quadrivium.
A aritimética capacitava o estudante avaliar todas as coisas com precisão utilizando sistemas de notação para chegar aos mesmos resultados para o mesmo problema.
Desde que tivesse conseguido conceituar o problema.
Ou enunciá-lo com precisão.
Pois, ao fazer isto a solução do problema – de qualquer problema - se tornava uma mera consequência.
O problema bem formulado ( e para conseguir explicar alguma coisa era preciso usar a Gramática, a Lógica e a Retórica) indicaria o encaminhamento perfeito para a sua solução.
A solução de qualquer problema está predefinida quando se consegue definir qual é o problema.
As contas são apenas o sistema para chegar às soluções cuja lógica já terá sido definida.
Para resolver um problema da área de “exatas” era requerida a capacidade de definir as incógnitas e utilizar a aritmética para chegar às soluções corretas.
E para definir as incógnitas era preciso deixar de lado tudo o que não teria qualquer efeito para chegar à solução.
Quando tenho em mãos uma calculadora científica (que seria vista como um milagre no tempo das tabelas de logarítmos impressas e as contas e mais contas feitas na hora) constato que a minha formação foi incapaz de me permitir resolver problemas que estariam ao alcance de meus dedos.
Simplesmente por eu saber fazer contas...
Ao ler o manual de uma hp científica constato que poderia usá-la para calcular uma estrutura de ponte ou uma rampa de lançamento de foguetes, mas como não consigo formular o problema sou incapaz de definir quê cálculos preciso fazer para que a minha ponte imaginada se torne numa ponte real.
Ao não conseguir fazer isto me defino como incapaz de resolver este problema
E até, como se verá. como ainda mais incapaz do que quem não tenha acesso a uma calculadora científica. Pois, apesar de ter acesso a uma me vejo incapacitado para usá-la para resolver um problema .
A aritmética representa para o quadrivium o que a gramática é para o trivium.
E o exemplo da calculadora demonstra de forma indiscutível que quem resolve problemas não é quem faz as contas precisas. É quem faz as contas necessárias por que entende qual o problema a ser resolvido.
Uma lição importantíssima que vai muito além da aritmética.
Você só se é capaz de resolver um problema se puder definir exatamente qual o problema a ser resolvido.
Se o problema não for enunciado todas as respostas servem e nenhuma delas será certa.
O salto do saber saber para o saber fazer requer a passagem por outras estações do aprendizado e a entrada no quadrivium revela – sem precisar de ser tomada como um currículo obrigatório – que nem nele nem na vida adianta “colar” para passar de ano.
Os néscios ( os que não sabem) eram reprovados por eles mesmo. Inapelavelmente. E eles sabiam disto. O que era muito bom.
A consciência pessoal da ignorância é o primeiro passo para chegar ao saber.
Enquanto o estudante se engana e vive o seu engano perde um tempo que jamais será capaz de recuperar, pois como todos sabem , o tempo é a única moeda de valor de que dispomos na vida.
O que leva um estudante a iludir-se em relação ao que precisa saber – e não sabe – é a vaidade. Não precisa nem ser a vaidade de saber tudo, mas a pequena vaidade de parecer saber mais do que o seu colega.
E é por trás desta vaidade que se cometem os maiores erros e as maiores injustiças do homem em relação aos outros homens.
A vaidade tenta tornar o não saber na grande virtude dos que detem alguma parcela de poder sobre os demais.
Ela se torna perigosa quando é exercida por alguém que tenha comando sobre os demais.
Há uma máxima lusitana que diz:
Se queres conhecer o mau, dai-lhe o pau.
O mano militari é grande argumento de quem não tem argumento.
A percepção de que o seu vizinho, seu amigo, seu colega demonstra mais segurança e competência diante da mesma situação é traumática para quem se dá conta de suan inferioridade.
E chega ao mais bem dotado – quando ele percebe como a sua performance afeta o inferioriizado – como uma surpresa desagradável.
No caminho do saber saber é preciso estar preparado tanto para a constatação da superioridade quanto a da inferioridade.
Mais ainda quando se avança nas outras colunas da educação.Saber fazer, fazer saber e fazer fazer, como fases da vida têm de estar sempre baseadas na mais obstinada busca da verdade inconstestável diante de uma mente aberta ao debate, mas firmemente apoiada ... no trivium e quadrivium, ou na sua evolução.
Um fato que passa despercebido tal como a nossa respiração e os nossos batimentos cardíacos é que todos nós homens e mulheres vivos neste momento possuimos – todos nós – a mais magnificente massa de martéria do universo tal como o conhecemos: o cérebro.
Não é apenas o cérebro de um Einstein, ou de um outro grande gênio reconhecido por todos.
Mas, qualquer cérebro, que tem a capacidade de receber, organizar e conservar dados que irão superar com muita sobra todas as necessidades de uma vida inteira.
Isaac Asimov, o mais completo decifrador e explicador de tudo o que existe e de tudo o que não existe, escreveu literalmente sobre tudo. Se fosse parar numa viagem pelo tempo em Atenas do 5º século a.C. seria entronizado ao Olimpo como o Deus a ser invejado por todos os deuses.
E a grande pergunta não feita ao estudar a evolução das espécies seria para quê?
Só com o potencial desperdiçado dos cérebros de todos combinado poderíamos criar milhões de outros mundos.
Vamos especular bem simploriamente.
O jacaré “evoluiu” com a sua mandíbula e seus dentes para poder ser de fato um jacaré. Ele ataca, morde, dilacera e engole sem muitos recursos para o animal atacado as proteínas para alimentar-se todos os dias.
Nem a boca do jacaré, nem o seu couro, nem sua capacidade de nadar silenciosamente, nem seu olfato nada disto ele tem em excesso.
Os homens no entanto têm em excesso o bem mais precioso que ao longo de suas vidas os conduzirão pelos quatro pilares da educação saibam eles disto ou não.
Se nos comparássemos a automóveis seríamos todos carros de fórmula 1, com tração das quatro rodas, capazes de navegar pelos mares, de levantar voo, de mergulhar, de acomodar quantos passageiros que fosse preciso e no entanto nos vermos como calhambeques cheios de limitações, no máximo como fuscas envenenados.
Embora possa parecer um exagero a comparação ainda fica devendo. O cérebro é muito mais do que qualquer descrição a seu respeito.
Volto ao tema mais tarde, mas deixo aqui um fato histórico para incentivar a sua imaginação:
Galileu Galilei provocou a revolução mais radical na história da Humanidade.
Galileu tirou a Terra do centro do Universo e a colocou com um planeta do sol.
Literalmente Galileu tirou o homem do centro do Universo e o tornou um simples habitante da Terra.
A Igreja que baseava muitos de seus ensinamentos no conceito de céu físico, com um Deus criador de todas as coisas que tinha o seu filho sentado à direita ficou tão abalada que o prendeu.
Nunca havia pensado mais profundamente nesta atitude de Galileu de confrontar-se com o mundo inteiro – já que o Mundo era a Europa e suas universidades.
A Idade Média, ou os ano sombrios da evolução do saber de repente é inteiramente redimida pela simples presença de um único estudante bem formado.
Toda a ousadia de Galileu que escapou da fogueira por um triz foi sustentada por um
documento preciso na Gramática, na Lógica e na Retórica.
Vou buscar esta defesa de Galileu para comprovar ser ela a melhor prova do sucesso do trivium e do quadrivium...
E como este conceito poderá ser muito útil para enfrentarmos o desafio de aprender o que será preciso aprender - e descobrir - nos próximos anos deste nosso século 21.
A China passou a ser a maior vendedora de automóveis do mundo...Isto vai afetar o seu futuro...
Os números não mentem jamais.
.
Há muita gente que contesta estas "verdades" relacionadas aos números, mas a verdade de hoje me deixou acachapado, demolindo muitos preconceitos e criando meia dúzia de outros.
A China é a maior fabricante e vendedora de automóveis do mundo.
Veja os números:
1º - China: 1,339 milhão
2º - Estados Unidos: 1,334 milhão
3º - Japão: 391 mil
4º - Alemanha: 308 mil
5º - Brasil: 274 mil
6º - Rússia: 260 mil
7º - Índia: 243 mil
8º - França: 197 mil
9º - Grã-Bretanha: 183 mil
10º - Canadá: 175 mil
A China e os Estados Unidos estão disparados à frente dos demais.
O Brasil é o quinto.
Em 1955 fabricávamos meia dúzia de veículos por ano. A China era outra porcaria e hoje ninguém pode ter mais dúvidas de como a banda vai tocar neste século 21.
Os Brics, sem a África do Sul, estão se saindo bem nesta foto.Automóveis são inquestionavelmente sinais evidentes de riqueza.
Os Estados Unidos, Alemanha, França e Grã-Bretanha estão perdendo posições no pódio prenunciando que como no anúncio da Ford dos anos 50 "Há um carro chinês no seu futuro"..
As guerra matavam milhões de pessoas e eram declaradas pelos motivos mais diversos. Mas tinham como grande motivo oculto ampliar o domínio sobre a economia dos povos derrotados.
Gêngis Khan invadia, trucidava e cobrava tributos, indenizações da mesma forma que os vitoriosos da primeira guerra mundial cobraram as indenizações da Alemanha que tornaram os nazistas aceitáveis pelos alemães tão educados.
O Japão começou a sua confusão no que veio a se chamar de Segunda Guerra Mundial por que queria dominar economicamente a bacia do Pacífico.
O plano Marshall implantado na Europa depois da Segunda Guerra Mundial visava recuperar as populações de países destruídos, pela recuperação de sua produção e de seus mercados.
Agora a China na sua era pós Mao, um período assustador de Falanges Vermelhas botando abaixo tudo o que lembrasse a formalidade do passado chinês ou mundial ( guardas vermelhos quebraram estátuas e budas da mesma forma que impediam músicos de estudar Chopin ) teve o seu próprio plano Marshall que está dando certo.
São comunistas? São.
São capitalistas? São
São determinados e buscam resultados? São.
Estão determinados a conquistar a sua bacia do Pacífico que agora passou a se chamar de mundo? Claro que estão.
Disto tudo todo mundo sabe, mas os números de hoje sobre o mês de maio da indústria automobilística como uma ilustração que vale mil palavras demonstra o sucesso da grande marcha.
É um novo momento de novos Gêngis Khans. Tal como o Gêngis Khan original as conquistas mongólicas não se eternizaram, como as conquistas tornadas evidentes neste números também não serão.
O objetivo do Almanaque aqui é colocar diante de seus olhos um "food for thought" É para pensar por enquanto e para agir quando você chegar a alguma conclusão.
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Há muita gente que contesta estas "verdades" relacionadas aos números, mas a verdade de hoje me deixou acachapado, demolindo muitos preconceitos e criando meia dúzia de outros.
A China é a maior fabricante e vendedora de automóveis do mundo.
Veja os números:
1º - China: 1,339 milhão
2º - Estados Unidos: 1,334 milhão
3º - Japão: 391 mil
4º - Alemanha: 308 mil
5º - Brasil: 274 mil
6º - Rússia: 260 mil
7º - Índia: 243 mil
8º - França: 197 mil
9º - Grã-Bretanha: 183 mil
10º - Canadá: 175 mil
A China e os Estados Unidos estão disparados à frente dos demais.
O Brasil é o quinto.
Em 1955 fabricávamos meia dúzia de veículos por ano. A China era outra porcaria e hoje ninguém pode ter mais dúvidas de como a banda vai tocar neste século 21.
Os Brics, sem a África do Sul, estão se saindo bem nesta foto.Automóveis são inquestionavelmente sinais evidentes de riqueza.
Os Estados Unidos, Alemanha, França e Grã-Bretanha estão perdendo posições no pódio prenunciando que como no anúncio da Ford dos anos 50 "Há um carro chinês no seu futuro"..
As guerra matavam milhões de pessoas e eram declaradas pelos motivos mais diversos. Mas tinham como grande motivo oculto ampliar o domínio sobre a economia dos povos derrotados.
Gêngis Khan invadia, trucidava e cobrava tributos, indenizações da mesma forma que os vitoriosos da primeira guerra mundial cobraram as indenizações da Alemanha que tornaram os nazistas aceitáveis pelos alemães tão educados.
O Japão começou a sua confusão no que veio a se chamar de Segunda Guerra Mundial por que queria dominar economicamente a bacia do Pacífico.
O plano Marshall implantado na Europa depois da Segunda Guerra Mundial visava recuperar as populações de países destruídos, pela recuperação de sua produção e de seus mercados.
Agora a China na sua era pós Mao, um período assustador de Falanges Vermelhas botando abaixo tudo o que lembrasse a formalidade do passado chinês ou mundial ( guardas vermelhos quebraram estátuas e budas da mesma forma que impediam músicos de estudar Chopin ) teve o seu próprio plano Marshall que está dando certo.
São comunistas? São.
São capitalistas? São
São determinados e buscam resultados? São.
Estão determinados a conquistar a sua bacia do Pacífico que agora passou a se chamar de mundo? Claro que estão.
Disto tudo todo mundo sabe, mas os números de hoje sobre o mês de maio da indústria automobilística como uma ilustração que vale mil palavras demonstra o sucesso da grande marcha.
É um novo momento de novos Gêngis Khans. Tal como o Gêngis Khan original as conquistas mongólicas não se eternizaram, como as conquistas tornadas evidentes neste números também não serão.
O objetivo do Almanaque aqui é colocar diante de seus olhos um "food for thought" É para pensar por enquanto e para agir quando você chegar a alguma conclusão.
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